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Porto Alegre, segunda-feira, 11 de novembro de 2019.

Jornal do Comércio

Internacional

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Espanha

Edição impressa de 11/11/2019. Alterada em 11/11 às 03h00min

Socialistas vencem com margem menor e veem ultradireita avançar

Nas eleições gerais realizadas na Espanha ontem, a grande novidade é a chegada, desta vez para valer, do Vox, o partido de extrema-direita que promete acabar com o independentismo catalão, a grande dor de cabeça do país no momento. O partido de Santiago Abascal mais que dobrou sua performance anterior, em 28 de abril, passando de 24 para 52 deputados.
Nas eleições gerais realizadas na Espanha ontem, a grande novidade é a chegada, desta vez para valer, do Vox, o partido de extrema-direita que promete acabar com o independentismo catalão, a grande dor de cabeça do país no momento. O partido de Santiago Abascal mais que dobrou sua performance anterior, em 28 de abril, passando de 24 para 52 deputados.
O Partido Socialista (Psoe) do atual premiê Pedro Sánchez foi novamente o mais votado, porém caiu de 123 para 120 assentos no Parlamento. São necessários ao menos 176 para a maioria absoluta - um feito que todos estiveram longe de conseguir.
A incapacidade de formar nos últimos meses um governo de esquerda com o Unidas Podemos, liderado por Pablo Iglesias, deu um tempo valioso à direita de Vox e do Partido Popular (PP), que repetiu como o segunda mais votado. O PP desta vez conseguiu mais 22 assentos e terá 88 deputados. Os prejudicados foram o Cidadãos, de Albert Rivera, que despencou de terceira à sexta força (de 57 a 10 deputados), e o Unidas Podemos, que passou de 33 para 26 assentos.
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