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Porto Alegre, quinta-feira, 07 de novembro de 2019.

Jornal do Comércio

Internacional

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Argentina

Edição impressa de 07/11/2019. Alterada em 07/11 às 03h00min

Fernández defende aborto e diz que pretende 'colocar fim à hipocrisia' na Argentina

O presidente eleito da Argentina, Alberto Fernández, disse, em evento no México - onde realiza uma visita a políticos e empresários -, que "o aborto é parte da hipocrisia argentina" e que pretende "colocar um fim a essa hipocrisia", legalizando o recurso.
O presidente eleito da Argentina, Alberto Fernández, disse, em evento no México - onde realiza uma visita a políticos e empresários -, que "o aborto é parte da hipocrisia argentina" e que pretende "colocar um fim a essa hipocrisia", legalizando o recurso.
Também afirmou que considera o aborto uma questão de saúde pública e que sempre foi sua posição "a de que não se deve punir a mulher como se estivesse cometendo um delito e de que o Estado deve garantir o pleno acesso ao aborto em condições seguras".
Ele também afirmou que não tem "nenhum problema em dizer que é favorável ao aborto, em condições seguras, ainda que durante a campanha eleitoral outros candidatos tenham quase me acusado de Satanás por isso". E acrescentou: "Quem é contra o aborto, uma solução simples: simplesmente não aborte".
O atual presidente, Mauricio Macri, é contra o aborto. Porém, apesar disso, promoveu um debate e uma votação no Congresso de uma lei do aborto até a 14ª semana de gestação, pressionado pela onda feminista, levada adiante por grupos de defesa dos direitos da mulher, principalmente jovens. Ao final, a lei foi vetada pelo Senado e não voltou a ser discutida.
Já a ex-presidente, Cristina Kirchner, atual vice-presidente eleita, nunca teve a iniciativa de levar o tema para ser votado no Congresso durante sua gestão (2007-2015). Porém, em 2018, quando era senadora, votou a favor, assim como quase toda a bancada kirchnerista.
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