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Estados Unidos

- Publicada em 03h25min, 01/11/2019. Atualizada em 03h00min, 01/11/2019.

Câmara formaliza impeachment contra Donald Trump

Nancy Pelosi afirmou que é dever dos parlamentares proteger a Constituição norte-americana

Nancy Pelosi afirmou que é dever dos parlamentares proteger a Constituição norte-americana


CHIP SOMODEVILLA /AFP/JC
A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos aprovou por 232 votos a 196 as regras para a abertura formal de um inquérito de impeachment contra Donald Trump. Na prática, a medida formaliza a investigação contra o presidente. Com isso, a partir de agora, as sessões serão tornadas públicas. Apenas dois democratas votaram contra a medida e todos os republicanos votaram contra.
A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos aprovou por 232 votos a 196 as regras para a abertura formal de um inquérito de impeachment contra Donald Trump. Na prática, a medida formaliza a investigação contra o presidente. Com isso, a partir de agora, as sessões serão tornadas públicas. Apenas dois democratas votaram contra a medida e todos os republicanos votaram contra.
A presidente da Câmara, a democrata Nancy Pelosi (Califórnia), defendeu o processo de impeachment e afirmou que é dever dos parlamentares proteger a Constituição norte-americana. "O que está em jogo não é nada menos do que a nossa democracia", disse.
O líder da minoria republicana na Câmara, Kevin McCarty, disse que o presidente não cometeu nenhum crime passível de impeachment. "Os democratas estão assustados porque não podem derrotá-lo nas urnas", argumentou.
A Casa Branca, por sua vez, acusou os democratas de não respeitar o devido processo legal nas investigações preliminares. "Os democratas querem dar um veredicto sem dar ao governo a chance de montar uma defesa. Isso é injusto, inconstitucional e fundamentalmente antiamericano", diz um comunicado da Casa Branca.
O texto aponta que Nancy, e o presidente do Comitê de Inteligência, o também democrata Adam Schiff (Massachusetts), além dos demais membros do partido, "realizaram reuniões secretas, a portas fechadas, impediram a administração de participar e, agora, votaram na autorização de uma segunda rodada de audiências que ainda não fornecem qualquer processo devido à administração".
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