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Segurança

Edição impressa de 01/10/2019. Alterada em 01/10 às 03h00min

Acordo prevê que Facebook e WhatsApp repassem mensagens para a polícia britânica

Empresas norte-americanas de tecnologia, como o Facebook e o WhatsApp, terão de entregar mensagens compartilhadas entre seus usuários para a polícia do Reino Unido quando forem solicitadas, prevê um acordo que está sendo negociado entre o país e os EUA.
Empresas norte-americanas de tecnologia, como o Facebook e o WhatsApp, terão de entregar mensagens compartilhadas entre seus usuários para a polícia do Reino Unido quando forem solicitadas, prevê um acordo que está sendo negociado entre o país e os EUA.
As informações foram reveladas pelo jornal The Times e pela agência Bloomberg. O acordo, que será fechado no próximo mês entre os dois países, obrigará o Facebook - dono das duas redes sociais - a dar informações que ajudem a desvendar casos de crimes como pedofilia e terrorismo.
Pelo termo, a polícia, promotores e serviços de segurança poderão fazer pedidos de informações para um juiz ou outra autoridade. O tratado também vale para empresas britânicas que prestam serviço nos EUA.
O acerto também irá prever que autoridades norte-americanas não poderão investigar cidadãos britânicos, e vice-versa. Empresas do Reino Unido não serão obrigadas a dar informações em casos passíveis de gerar pena de morte, prática proibida pelas leis inglesas.
O governo britânico pressiona as empresas de tecnologia para que criem "portas dos fundos", por onde os governos poderiam entrar e obter dados de conversas e informações de usuários. "Nos opomos a tentativas governamentais de construir portas dos fundos porque elas vão minar a privacidade e a segurança de nossos usuários em todos os lugares", disse o Facebook, em comunicado. "As companhias podem prover as informações disponíveis quando receberem pedidos legais válidos, sem que seja preciso construir essas portas."
O WhatsApp possui um sistema de criptografia ponto a ponto, que reforça a privacidade das mensagens. O Facebook anunciou planos de levar essa tecnologia também para o Messenger, seu aplicativo de mensagens. Governos temem que isso dificulte ainda mais as investigações.
 
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