Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 04 de setembro de 2019.

Jornal do Comércio

Internacional

COMENTAR | CORRIGIR

Colômbia

Edição impressa de 04/09/2019. Alterada em 04/09 às 03h00min

Ataque atribuído a dissidentes das Farc deixa seis mortos

Uma candidata do Partido Liberal às eleições locais de outubro na Colômbia foi assassinada junto com outras cinco pessoas em um ataque ocorrido no Sudoeste do país na noite de domingo. Dissidentes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) foram apontados como os principais suspeitos. A guerrilha, desmobilizada no fim de 2016 por meio de um acordo de paz aprovado pelo Estado e pelo grupo, tem visto crescer o número de membros que retomaram a luta armada.
Uma candidata do Partido Liberal às eleições locais de outubro na Colômbia foi assassinada junto com outras cinco pessoas em um ataque ocorrido no Sudoeste do país na noite de domingo. Dissidentes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) foram apontados como os principais suspeitos. A guerrilha, desmobilizada no fim de 2016 por meio de um acordo de paz aprovado pelo Estado e pelo grupo, tem visto crescer o número de membros que retomaram a luta armada.
O veículo blindado, no qual viajava Karina García, candidata à prefeitura do município de Suárez, foi "alvo de um atentado com armas de longo alcance" e, posteriormente, incinerado no departamento de Cauca, informou Jair Rossi, do Ministério Público. No ataque, também morreram a mãe de Karina, um candidato a vereador e três pessoas ainda não identificadas.
"A região onde ocorreu o atentado é um setor de comunidade indígena, afetado pela violência ligada ao tráfico de drogas e à mineração ilegal", acrescentou Rossi. O Ministério da Defesa está oferecendo uma recompensa de quase US$ 44 mil (cerca de R$ 184 mil) por informações que contribuam para a captura de dois líderes dissidentes na região.
Na semana passada, ex-líderes das Farc divulgaram um vídeo no qual afirmam que o governo não cumpriu os termos do acordo de paz de 2016 e convocaram membros do grupo a retomar a luta armada. Autoridades estimam que cerca de 2 mil dissidentes já se rearmaram, seja em território colombiano ou do outro lado da fronteira com a Venezuelana. Em 2016, foram registrados 7 mil integrantes desmobilizados.
 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia