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Porto Alegre, quinta-feira, 22 de agosto de 2019.
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Internacional

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Argentina

Alterada em 22/08 às 12h53min

Alberto Fernández descarta default e diz que errou ao criticar Bolsonaro

Vencedor das primárias argentinas, Fernández considerou um erro ter criticado Bolsonaro

Vencedor das primárias argentinas, Fernández considerou um erro ter criticado Bolsonaro


HO / Alberto Fernandez press office / AFP
Estadão Conteúdo
O candidato vencedor das eleições primárias à presidência da Argentina, Alberto Fernández, afirmou que não existe possibilidade de o País cair em default, caso ele venha a ser presidente e considerou ter errado ao trocar farpas com o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. "O Brasil é mais importante do que qualquer presidente", disse.
O candidato vencedor das eleições primárias à presidência da Argentina, Alberto Fernández, afirmou que não existe possibilidade de o País cair em default, caso ele venha a ser presidente e considerou ter errado ao trocar farpas com o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro. "O Brasil é mais importante do que qualquer presidente", disse.
Participando do seminário "Democracia e Desenvolvimento", promovido pelo jornal Clarín, Fernández disse ser necessário estabelecer um diálogo com os credores da Argentina, como forma de negociar as parcelas e honrar as dívidas.
O candidato kirchnerista declarou que, se eleito, nomeará um gabinete comprometido com a transparência e com o combate à corrupção, e destacou que não manipularia os dados divulgados pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censo (Indec) da Argentina. O governo de Cristina Kirchner - que é candidata à vice-presidência na chapa de Fernández - é acusado de manipulações de indicadores do País.
Em relação ao acordo firmado neste ano entre o Mercosul e a União Europeia, o candidato ressaltou que é preciso analisá-lo com calma. "Nenhum ponto pode terminar afetando nossa produção", defendeu.
Alberto Fernández disse ser necessário reativar o consumo para reaquecer a economia, e que a cotação do dólar deve ser administrada de forma a não prejudicar as exportações argentinas.
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