Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 20 de agosto de 2019.
Dia do Maçom.

Jornal do Comércio

Internacional

COMENTAR | CORRIGIR

Hong Kong

Edição impressa de 20/08/2019. Alterada em 20/08 às 03h00min

China critica Taiwan por ofertar asilo a manifestantes

A China criticou o governo de Taiwan por oferecer asilo político a manifestantes do movimento pró-democracia de Hong Kong. A oferta iria "encobrir os crimes de um pequeno grupo de militantes violentos", disse ontem a porta-voz chinesa Ma Xiaoguang.
A China criticou o governo de Taiwan por oferecer asilo político a manifestantes do movimento pró-democracia de Hong Kong. A oferta iria "encobrir os crimes de um pequeno grupo de militantes violentos", disse ontem a porta-voz chinesa Ma Xiaoguang.
Ma, que atua no Gabinete de Assuntos de Taiwan no governo chinês, afirmou, ainda, que a oferta poderia transformar Taiwan em um "paraíso para evitar a lei". O governo de Taiwan - ilha autogovernada que a China considera parte de seu território - tem demonstrado apoio ao movimento pró-democracia e chegou a oferecer asilo para manifestantes. Não se sabe, no entanto, se os pedidos foram recebidos.
No último fim de semana, o 11º consecutivo de protestos pró-democracia em Hong Kong, milhares de pessoas foram às ruas. A polícia disse que o protesto foi pacífico de modo geral, mas acusou um grande grupo de "violar a paz pública" ao ocupar uma importante via do território.
Ontem, algum nível de paz retornou a Hong Kong, mas ainda não há sinais de que a crise política irá acabar. Segundo os organizadores da marcha, o evento de domingo atraiu cerca de 1,7 milhão de pessoas. Eles afirmam que foi a segunda maior mobilização popular desde junho, quando uma manifestação teria atraído cerca de 2 milhões.
As manifestações tiveram início em junho, contra um projeto de lei que previa extradição para julgamentos de suspeitos na China, mas tomaram uma proporção maior e continuam, apesar da suspensão da proposta. Essa é a maior crise política de Hong Kong desde que o território foi devolvido do Reino Unido à China, em 1997.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia