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Porto Alegre, terça-feira, 23 de julho de 2019.

Jornal do Comércio

Internacional

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Irã

Edição impressa de 23/07/2019. Alterada em 23/07 às 03h00min

Supostos espiões da CIA são condenados à morte no Irã

Vários membros de uma suposta "rede de espiões" da Agência Central de Inteligência Americana (CIA), composta por 17 pessoas, foram condenados à morte no Irã, informaram ontem autoridades iranianas. Dezessete iranianos foram presos entre março de 2018 e março de 2019 no âmbito de uma operação de desmantelamento, anunciada por Teerã em 18 de junho, de uma "rede de espiões" que atuaria a mando dos Estados Unidos.
Vários membros de uma suposta "rede de espiões" da Agência Central de Inteligência Americana (CIA), composta por 17 pessoas, foram condenados à morte no Irã, informaram ontem autoridades iranianas. Dezessete iranianos foram presos entre março de 2018 e março de 2019 no âmbito de uma operação de desmantelamento, anunciada por Teerã em 18 de junho, de uma "rede de espiões" que atuaria a mando dos Estados Unidos.
"Aqueles que deliberadamente traíram seu país foram entregues à Justiça. Alguns foram condenados à morte e outros a longas penas de prisão", declarou a repórteres o chefe da contraespionagem da Inteligência iraniana, cuja identidade não foi revelada.
Os suspeitos trabalhavam "em setores sensíveis" ou em atividades privadas ligadas a esses setores, disse ele sem dar detalhes. Os suspeitos agiam de forma independente um do outro, acrescentou, sem indicar quantos foram condenados à morte, mas cada um se comunicava com um agente da CIA, e eram empregados em "centros do setor privado sensíveis e vitais" do país, como por exemplo na área nuclear e militar, explicou o agente.
Todos eles recompilavam "informação confidencial" e tinham sido treinados por oficiais da CIA sobre como estabelecer uma comunicação segura entre o interior do Irã e o exterior. Alguns foram recrutados depois de cair em uma "armadilha" da CIA quando tentavam obter vistos para viajar para os EUA, de acordo com a autoridade iraniana.
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