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Porto Alegre, segunda-feira, 22 de julho de 2019.

Jornal do Comércio

Internacional

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Hong Kong

Edição impressa de 22/07/2019. Alterada em 22/07 às 03h00min

Polícia lança gás lacrimogêneo durante protesto em Hong Kong

Manifestantes contra o governo voltaram a tomar as ruas do território chinês

Manifestantes contra o governo voltaram a tomar as ruas do território chinês


LAUREL CHOR/AFP/JC
A polícia de Hong Kong lançou gás lacrimogêneo contra manifestantes ontem depois que uma marcha maciça pró-democracia continuou até tarde da noite. Esse foi o mais recente confronto entre a polícia e os manifestantes, que tomam as ruas há mais de um mês para protestar contra uma proposta de lei de extradição e pedir reformas eleitorais no território chinês.
A polícia de Hong Kong lançou gás lacrimogêneo contra manifestantes ontem depois que uma marcha maciça pró-democracia continuou até tarde da noite. Esse foi o mais recente confronto entre a polícia e os manifestantes, que tomam as ruas há mais de um mês para protestar contra uma proposta de lei de extradição e pedir reformas eleitorais no território chinês.
A marcha atingiu o ponto final designado pela polícia no distrito de Wan Chai, no fim da tarde, mas milhares de participantes continuaram em frente, seguindo para os principais distritos governamentais e empresariais. Eles então se dirigiram para o Gabinete de Ligação, que representa o governo central do Partido Comunista da China dentro de Hong Kong.
Os manifestantes jogaram ovos no prédio e pintaram com spray as câmeras de vigilância ao redor. O emblema nacional da China, que adorna a frente do Gabinete de Ligação, ficou salpicado de tinta preta.
Mais tarde, a polícia jogou bombas de gás lacrimogêneo nos manifestantes para tentar dispersá-los. Eles se espalharam, alguns na direção de um distrito de negócios e varejo. A polícia permaneceu no local, protegendo-se com escudos. Organizadores disseram que 430 mil pessoas participaram da marcha, enquanto a polícia afirmou que havia 138 mil pessoas durante o período de pico do protesto.
Grandes manifestações começaram no início do mês passado em oposição a uma proposta lei de extradição contenciosa que teria permitido que residentes de Hong Kong fossem julgados na China continental. A líder Carrie Lam declarou o projeto suspenso, mas os manifestantes estão insatisfeitos com sua recusa em retirar a proposta formalmente. Alguns também estão pedindo que ela renuncie em meio a preocupações crescentes sobre a constante perda de direitos civis no território.
 
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