Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 09 de julho de 2019.
Feriado em São Paulo - Revolução Constitucionalista.

Jornal do Comércio

Internacional

COMENTAR | CORRIGIR

França

09/07/2019 - 17h01min. Alterada em 09/07 às 17h01min

França cobrará 'ecotaxa' sobre passagens de avião a partir de 2020

Estadão Conteúdo
A França vai introduzir uma nova cobrança sobre passagens aéreas a partir do ano que vem, com vistas a usar a receita para financiar alternativas amigáveis ao meio ambiente, disse nesta terça-feira a ministra dos Transportes do país, Elisabeth Borne.
A França vai introduzir uma nova cobrança sobre passagens aéreas a partir do ano que vem, com vistas a usar a receita para financiar alternativas amigáveis ao meio ambiente, disse nesta terça-feira a ministra dos Transportes do país, Elisabeth Borne.
A "ecotaxa", que custará entre 1,50 e 18 euros, será aplicada à maioria dos voos decolando da França. As únicas exceções serão voos domésticos para a Córsega e os territórios ultramarinos da França e para conexões de voos que passem pelo país. A cobrança não valerá para voos que tiverem a França como destino.
As ações de aéreas caíram após o anúncio, com as da Air France-KLM fechando em baixa de 3,04% na Bolsa de Paris e, na Bolsa de Londres, as da EasyJet recuando 3,35% e as da Ryanair perdendo 4,77%.
A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA, na sigla em inglês), que favorece um sistema que permita a companhias aéreas compensar suas emissões ao pagar por esforços de redução de carbono em outras áreas, chamou a cobrança nos bilhetes da França de "mal orientada".
"Impostos nacionais não farão nada para ajudar a indústria de aviação nos seus esforços de sustentabilidade", disse o porta-voz da IATA, Anthony Concil, advertindo sobre como, em vez de ajudar aéreas a investir em combustíveis menos poluentes e em tecnologia, a cobrança poderia ferir a indústria de aviação francesa e ameaçar postos de trabalho. Fonte: Associated Press.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia