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Vaticano

- Publicada em 03h03min, 08/07/2019. Atualizada em 03h00min, 08/07/2019.

Papa diz que Amazônia sofre com 'mentalidade que favorece o lucro'

Para Francisco, homem não pode permanecer um espectador indiferente diante dessa destruição

Para Francisco, homem não pode permanecer um espectador indiferente diante dessa destruição


/TIZIANA FABI / AFP/JC
Durante o 2º Fórum das Comunidades Laudato si', em Amatrice, na cidade italiana do Lácio, na região de Roma, o Papa Francisco fez um discurso crítico sobre a situação da Amazônia. "É um triste paradigma do que está acontecendo em muitas partes do planeta: uma mentalidade cega e destruidora que favorece o lucro à justiça; coloca em evidência a conduta predatória com a qual o homem se relaciona com a natureza. Por favor, não esqueçam que justiça social e ecologia estão profundamente interligadas", disse Francisco. Para ele, aquilo que está acontecendo na Amazônia terá repercussões "em nível planetário". "(...) milhares de homens e mulheres roubados do seu território, que se tornaram estrangeiros na própria terra, retirados da própria cultura e das próprias tradições, quebrando o equilíbrio milenar que unia aqueles povos à sua terra. O homem não pode permanecer um espectador indiferente diante dessa destruição, nem a Igreja deve ficar em silêncio: o grito dos pobres deve ressoar da sua boca", concluiu.
Durante o 2º Fórum das Comunidades Laudato si', em Amatrice, na cidade italiana do Lácio, na região de Roma, o Papa Francisco fez um discurso crítico sobre a situação da Amazônia. "É um triste paradigma do que está acontecendo em muitas partes do planeta: uma mentalidade cega e destruidora que favorece o lucro à justiça; coloca em evidência a conduta predatória com a qual o homem se relaciona com a natureza. Por favor, não esqueçam que justiça social e ecologia estão profundamente interligadas", disse Francisco. Para ele, aquilo que está acontecendo na Amazônia terá repercussões "em nível planetário". "(...) milhares de homens e mulheres roubados do seu território, que se tornaram estrangeiros na própria terra, retirados da própria cultura e das próprias tradições, quebrando o equilíbrio milenar que unia aqueles povos à sua terra. O homem não pode permanecer um espectador indiferente diante dessa destruição, nem a Igreja deve ficar em silêncio: o grito dos pobres deve ressoar da sua boca", concluiu.
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