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Porto Alegre, terça-feira, 04 de junho de 2019.

Jornal do Comércio

Internacional

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Chile

Edição impressa de 04/06/2019. Alterada em 04/06 às 03h00min

Corpos de turistas mortos por intoxicação chegam ao Brasil

Os corpos dos seis brasileiros encontrados mortos por intoxicação de gás em um apartamento no Chile no dia 22 de maio chegaram ontem ao Brasil. O voo partiu de Santiago e fez escala em São Paulo antes de seguir para Florianópolis. De acordo com o advogado Mirivaldo Campos, haverá um velório coletivo amanhã, e todos serão enterrados na cidade de Biguaçu, onde vivia a maior parte da família.
A chegada dos corpos dos turistas ocorre uma semana depois que familiares desembarcaram no Chile para fazer identificação e providenciar a liberação. Segundo Campos, as autoridades chilenas foram ágeis: "Normalmente, no Chile, um processo desses levaria mais de 25 dias. As autoridades locais abriram as portas para a gente e fizeram a liberação dos corpos em tempo recorde", disse. Além do advogado, viajaram ao Chile Ademir, pai de Débora Muniz Nascimento de Souza, 38 anos, e Jonathas Nascimento Kruger, 30, e avô de Karoliny, 14, e Felipe, 13; Daniel de Souza, irmão de Fabiano de Souza, casado com Débora; e Samuel, tio de Adriane Kruger, que era casada com Fabiano.
Ainda conforme Campos, o custo do traslado e do enterro coletivo está sendo pago pela empresa Airbnb, responsável pela locação do apartamento, e que até o momento a família não tem mais nenhuma reivindicação. "Estamos mais focados na liberação dos corpos e na cerimônia, depois a família vai avaliar se há necessidade de novas reivindicações", emendou.
Na sexta-feira, as autoridades chilenas divulgaram laudo confirmando a causa das mortes por intoxicação por monóxido de carbono. O gás vazou do sistema de aquecimento do prédio, localizado no bairro turístico de Bellas Artes.
 
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