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Porto Alegre, quinta-feira, 21 de março de 2019.
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Jornal do Comércio

Internacional

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Conjuntura Internacional

21/03/2019 - 08h58min. Alterada em 21/03 às 08h58min

Merkel diz que Berlim está preparada para Brexit abrupto, mas ainda quer acordo

German Chancellor Angela Merkel gesures as she addresses delegates during a session at the Bundestag (lower house of parliament) on March 21, 2019 in Berlin, ahead of a EU summit largely devoted to Brexit. (Photo by Odd ANDERSEN / AFP)

German Chancellor Angela Merkel gesures as she addresses delegates during a session at the Bundestag (lower house of parliament) on March 21, 2019 in Berlin, ahead of a EU summit largely devoted to Brexit. (Photo by Odd ANDERSEN / AFP)


Odd Andersen / AFP/JC
Estadão Conteúdo
A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, afirmou nesta quinta-feira (21) em pronunciamento ao Bundestag (o Parlamento alemão) sobre a cúpula do Conselho Europeu, que começa nessa quinta em Bruxelas, que o país já tomou as medidas emergenciais necessárias e está preparado para um Brexit desordenado, mas buscará um acordo com o Reino Unido "até o último minuto".
"Faltam oito dias para a saída britânica e não temos uma resposta definitiva do Reino Unido", lamentou a líder democrata-cristã.
Ela reiterou a posição assumida pelo presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, de que a extensão do prazo da separação até 30 de junho, pedida pela primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, poderia ser concedida sob a condição de que a Câmara dos Comuns em Westminster aprove o projeto de lei do acordo de retirada já negociado com a União Europeia.
Se isso não ocorrer, prosseguiu Merkel, terá de se avaliar a convocação de uma reunião extraordinária do Conselho Europeu na semana que vem antes de 29 de março, que, por ora, continua sendo a data fixada para o divórcio. Independentemente dessa próxima etapa, ela ponderou, "o futuro e a legitimidade das eleições ao Parlamento Europeu têm de ser preservadas".
Em sua fala, a chanceler alemã destacou ainda que, quando os europeus pensarem na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), "o Reino Unido tem de ser sempre parte dessas considerações".
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