Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, terça-feira, 12 de março de 2019.
Dia do Bibliotecário.

Jornal do Comércio

Internacional

COMENTAR | CORRIGIR

União Europeia

Alterada em 12/03 às 17h56min

Parlamento britânico rejeita brexit mais uma vez e deixa premiê por um fio

May anunciou que a Casa poderá votar na quarta (13)

May anunciou que a Casa poderá votar na quarta (13)


PRU/AFP PHOTO/JC
O Parlamento britânico rejeitou nesta terça (12) pela segunda vez o acordo que define os termos do brexit, a saída do Reino Unido da União Europeia (UE), aumentando a incerteza sobre a permanência da conservadora Theresa May no cargo de primeira-ministra.
Desta vez, o placar foi de 391 votos contrários ao texto a 242 a favor, ou seja, uma diferença de 149--menos elástica do que a de 230 registrada na primeira consulta, em 15 de janeiro, na derrota mais expressiva de um governo britânico no Legislativo.
May anunciou imediatamente após a divulgação do resultado que a Casa poderá votar na quarta (13) sobre uma saída da UE com ou sem acordo.
Os ajustes cosméticos que a chefe de governo conseguiu obter de autoridades europeias a menos de 24 horas da votação, em visita a Estrasburgo (França), não foram suficientes para reverter a oposição maciça ao texto entre os parlamentares.
Uma ala numerosa critica o mecanismo previsto para evitar a volta de controles alfandegários na fronteira entre as Irlandas, caso, após o Dia D do brexit (29 de março), um novo acordo comercial entre UE e Reino Unido demore a ser desenhado.
O dispositivo, chamado em inglês de "backstop", prevê o estabelecimento de uma união aduaneira entre as partes, a partir de 2021, se e enquanto a relação 2.0 entre Londres e Bruxelas (sede da governança europeia) não estiver definida até lá.
Detratores da medida veem nela uma armadilha europeia para "prender" os britânicos indefinidamente.
Na segunda (11), May obteve da UE um adendo com valor legal ao acordo fechado em novembro de 2018.
Na prática, as partes "lustraram" uma carta de janeiro passado em que Jean-Claude Juncker, presidente da Comissão Europeia, e Donald Tusk, número 1 do Conselho Europeu, comprometiam-se a dedicar seus melhores esforços à busca de uma alternativa ao "backstop". Se ela não fosse encontrada, a vigência do mecanismo seria limitada.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia