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Porto Alegre, quarta-feira, 13 de março de 2019.

Jornal do Comércio

Internacional

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Aviação

Edição impressa de 13/03/2019. Alterada em 12/03 às 01h00min

UE proíbe voos com modelo da Boeing que caiu na Etiópia

A Agência de Segurança de Aviação da União Europeia (Easa) proibiu todas as operações com aviões Boeing 737 MAX 8 e 9 a partir das 19h (16h em Brasília) de ontem. A decisão foi motivada pelas suspeitas sobre a segurança deste modelo, envolvido em um acidente na Etiópia no domingo.
A Easa reúne 32 países do continente, incluindo Alemanha, Espanha, França, Itália, Portugal, Reino Unido, Noruega, Suécia e Suíça. Também ontem, mais cedo, 11 países já haviam decidido proibir o modelo em seu espaço aéreo, como Malásia, Austrália, Cingapura e Omã. No dia anterior, China e Indonésia determinaram às empresas que operam em seus países que deixem de utilizá-lo.
No Brasil, pousos, decolagens e sobrevoos do 737 MAX seguem liberados. A Gol, única empresa nacional que possui unidades do modelo, anunciou, na noite de segunda-feira, que deixará de utilizá-lo temporariamente.
O modelo esteve envolvido em dois acidentes nos últimos cinco meses. O último deles, no domingo passado, matou 157 pessoas na Etiópia. Outro, em outubro, deixou 189 mortos na Indonésia.
Ao menos 25 companhias aéreas decidiram parar de voar com o 737 MAX, segundo levantamento do jornal The New York Times. De acordo com a revista técnica Flightglobal, cerca de 40% dos 737 MAX em operação no mundo foram retirados de circulação pelos bloqueios temporários. A Boeing, cuja sede fica em Chicago, nos Estados Unidos, reafirmou sua "total confiança" na segurança do 737 MAX.
 
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