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Porto Alegre, segunda-feira, 04 de março de 2019.

Jornal do Comércio

Internacional

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Relações diplomáticas

Edição impressa de 04/03/2019. Alterada em 03/03 às 01h00min

EUA e Coreia do Sul encerram principais exercícios conjuntos

Os Estados Unidos e a Coreia do Sul anunciaram neste domingo que vão encerrar seus exercícios militares conjuntos em grande escala, enquanto Washington busca melhorar os laços com a Coreia do Norte. A decisão foi tomada dias após o encerramento da segunda cúpula entre o presidente norte-americano, Donald Trump, e o líder norte-coreano, Kim Jong-un, em Hanói, no Vietnã, que terminou sem um acordo formal, mas com ambos os lados sugerindo que continuariam conversando.
Em uma ligação telefônica feita no sábado entre o ministro da Defesa sul-coreano, Jeong Kyeong-doo, e seu homólogo norte-americano, Patrick Shanahan, "ambos os lados decidiram concluir a série de exercícios Key Resolve e Foal Eagle", segundo declaração do Pentágono. Os dois aliados, em vez disso, farão "treinamentos de manobras e exercícios de comando unidos para manter a prontidão militar", indicou o Ministério da Defesa de Seul.
O Foal Eagle é o maior dos exercícios comuns conjuntos realizados pelos aliados, e sempre enfureceu Pyongyang, que o considera como preparação para uma invasão. No passado, envolveu 200 mil forças sul-coreanas e cerca de 30 mil soldados dos Estados Unidos. É acompanhado pelo Key Resolve, que consiste em uma série de manobras simuladas por computador conduzidas por comandantes militares, que geralmente começam em março e duram dez dias.
A decisão foi tomada para apoiar os esforços diplomáticos em andamento para a desnuclearização da Coreia do Norte e aliviar a tensão militar na região. Em vez de grandes manobras, Washington e Seul realizarão exercícios "modificados" a partir de hoje até 12 de março, anunciaram os dois governos em comunicado conjunto.
Os exercícios de nove dias, oficialmente chamados de "Dong Maeng" ou "Aliança", vão se concentrar principalmente em aspectos defensivos e não ofensivos, declarou um oficial militar que pediu anonimato. Não há indicações de quantas tropas serão mobilizadas.
 
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