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Porto Alegre, quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019.
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Relações Internacionais

14/02/2019 - 09h29min. Alterada em 14/02 às 09h29min

China nega negociação com oposição venezuelana

Em nota oficial, Pequim afirmou estar em contato com todos os partidos venezuelanos

Em nota oficial, Pequim afirmou estar em contato com todos os partidos venezuelanos


JOHANNES EISELE/AFP/JC
Estadão Conteúdo
O governo da China negou nessa quarta-feira (13), as informações de uma reportagem do Wall Street Journal que garantia que diplomatas chineses iniciaram negociações com a oposição venezuelana para proteger seus investimentos no país. "A reportagem é falsa. É fake news", afirmou Hua Chunying, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China.
O Wall Street Journal disse que diplomatas chineses, preocupados com investimentos e projetos no setor de petróleo na Venezuela, mantiveram conversas em Washington com representantes de Juan Guaidó, líder da oposição e presidente autoproclamado do país, que lidera os esforços dos EUA para destituir o chavista Nicolás Maduro.
Os acordos de empréstimos que envolvem a venda de petróleo feitos pela Venezuela com a China são uma importante fonte de recursos para o governo venezuelano. Oficialmente, no entanto, Pequim diz apenas que "está em contato próximo com todos os partidos da Venezuela.
"Não importa como a situação evolua, a cooperação China-Venezuela não deve ser afetada", afirmou o governo, em nota. "O dialogo pacífico e a via política são a única forma de avançar rumo a uma paz duradoura na Venezuela."
Na última década, a China emprestou à Venezuela US$ 65 bilhões. Caracas ainda deve a Pequim cerca de US$ 20 bilhões, segundo o Wall Street Journal. A única chance de receber a dívida seria evitar o colapso da indústria venezuelana do petróleo, embora os baixos preços do combustível e a crise econômica não sejam favoráveis a essa possibilidade.
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