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Porto Alegre, quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019.

Jornal do Comércio

Internacional

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Argentina

Edição impressa de 14/02/2019. Alterada em 13/02 às 01h00min

Sindicatos protestam em Buenos Aires por medidas contra inflação

As principais ruas e avenidas do centro de Buenos Aires foram bloqueadas ontem por uma marcha convocada por sindicatos e organizações sociais. Os manifestantes reivindicam medidas econômicas para conter a inflação, que fechou 2018 em 47% e segue em tendência de aumento. A Argentina tem, hoje, a segunda maior inflação da América Latina, perdendo apenas para a Venezuela.
Com instrumentos de percussão, os manifestantes caminharam sob o sol forte do verão portenho, complicando o trânsito de vias importantes que ligam pontos extremos da cidade, como as avenidas 9 de Julio e Corrientes. Parte do serviço de transporte coletivo foi interrompida. Nas ruas do Centro também ouvia-se panelaços vindos das janelas dos prédios.
O período das manifestações não é casual, já que, em algumas semanas, várias categorias entrarão em negociações paritárias, em que patrões e empregados acordam o teto dos aumentos de salário, em geral usando projeções do governo. Sindicatos planejam seguir com greves pontuais, como as dos aeroviários, e mesmo coletivas.
No ano passado, a negociação terminou mal. O Ministério da Economia previu 15% de inflação, os salários foram ajustados com esse índice, depois tiveram um pequeno reajuste, já que a cifra já tinha estourado esse número bem antes do meio do ano, e, ao final, os trabalhadores saíram perdendo muito, pois a inflação de 2018 chegou aos 47%.
 
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