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Porto Alegre, terça-feira, 12 de fevereiro de 2019.

Jornal do Comércio

Internacional

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União Europeia

12/02/2019 - 12h10min. Alterada em 12/02 às 12h11min

Votaremos emenda sobre próximos passos do Brexit em 27 de fevereiro, diz May

Theresa May, disse que seu governo apresentará ao Parlamento do país uma emenda para definir os próximos passos

Theresa May, disse que seu governo apresentará ao Parlamento do país uma emenda para definir os próximos passos


EMMANUEL DUNAND/AFP/JC
Estadão Conteúdo
A primeira-ministra britânica, Theresa May, disse que seu governo apresentará ao Parlamento do país uma emenda para definir os próximos passos do Brexit em 26 de fevereiro, que deverá ser votada no dia seguinte, caso não consiga atingir até lá a maioria necessária para aprovar um acordo de saída da União Europeia (UE).
De acordo com a primeira-ministra, quando as negociações com o bloco comum atingirem "o progresso que precisamos, traremos um novo voto de significado", afirmou, em referência à votação que define o apoio ou não do Parlamento a um acordo de saída.
Em pronunciamento à Casa dos Comuns, May reforçou que se encontrou com o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, e o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, na última semana, aos quais afirmou que o Reino Unido demanda "mudanças legalmente vinculantes" ao backstop, mecanismo para impedir uma fronteira física entre a Irlanda e a Irlanda do Norte após o Brexit.
May afirmou que há três alternativas em relação ao backstop. A primeira, seria substitui-lo por "arranjos alternativos" para evitar uma fronteira física. A segunda, por sua vez, seria impor um limite de tempo "legalmente vinculante para o backstop existente". Por fim, em terceiro lugar, "poderia haver uma cláusula de saída unilateral juridicamente vinculativa para esse backstop".
Segundo a primeira-ministra, as alternativas foram discutidas ontem com Michel Barnier, principal negociador da UE para o Brexit. Juncker, no entanto, com quem ela se encontrou na semana passada, manteve a posição, já apoiada publicamente por Barnier, de que o acordo negociado entre o Reino Unido e a UE até agora não será reaberto.
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