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Relações Internacionais

Edição impressa de 11/02/2019. Alterada em 10/02 às 01h00min

Coreia do Sul e EUA assinam termo para manter militares em Seul

Coreia do Sul e Estados Unidos assinaram ontem um novo acordo que aumenta a contribuição de Seul para o custo da presença militar norte-americana em seu território para US$ 924 milhões, informou o Ministério das Relações Exteriores de Seul em comunicado.
A Coreia do Sul forneceu no ano passado cerca de US$ 830 milhões, cobrindo cerca de 40% do custo da implantação de 28.500 soldados dos EUA, cuja presença se entende para impedir agressões da Coreia do Norte. O presidente Donald Trump vinha pressionando o governo sul-coreano para pagar mais.
Em comunicado, os dois países reafirmaram a necessidade da manutenção do acordo em meio à "mudança rápida da situação na península coreana". Seul começou a pagar pela implantação militar norte-americana no início dos anos 1990, depois de reconstruir sua economia, devastada por conta da Guerra da Coreia de 1950-1953.
Paralelamente, Trump anunciou que vai se reunir pela segunda vez com o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, nos dias 27 e 28 de fevereiro, em Hanói, capital do Vietnã. O objetivo da cúpula é tratar do processo de desnuclearização de Pyongyang, que avançou pouco após o primeiro encontro dos dois líderes, em junho do ano passado, em Singapura.
O país asiático interrompeu testes nucleares e deu passos simbólicos para a desnuclearização, como destruir partes do local que usava para realizar os experimentos. Para que o progresso continue, Pyongyang quer que os EUA retirem sanções econômicas impostas contra o regime.
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