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Porto Alegre, terça-feira, 08 de janeiro de 2019.
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Internacional

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Peru

Edição impressa de 08/01/2019. Alterada em 08/01 às 01h00min

Procurador tem inscrição profissional suspensa, e crise no Peru se agrava

A crise no Ministério Público do Peru, que investiga o pagamento de propinas a políticos pela empreiteira brasileira Odebrecht, é cada vez maior. O Conselho de Advogados de Lima (CAL) suspendeu a permissão para advogar do procurador-geral do país, Pedro Chávarry, ao acusá-lo de violar o Código de Ética. Com isso, ele não pode exercer o cargo. Ainda cabe apelação. 
Há cerca de uma semana, Chávarry havia afastado do cargo os dois procuradores responsáveis pela Lava Jato local, mas os restituiu no dia seguinte. A medida contra ele foi tomada após uma reunião de quase três horas no domingo. Segundo o órgão, o procurador-geral não seguiu os artigos do Código de Ética que se referem à "obediência da Lei", ao dever de probidade e integridade, e ao dever de honestidade. O conselho não revelou mais detalhes sobre as infrações.
Os procuradores suspensos, José Domingo Pérez e Rafael Vela, eram os principais integrantes da equipe especial que investiga o caso Odebrecht no Peru. Diante da revolta popular e de protestos de cidadãos e políticos, Chávarry voltou atrás menos de 48 horas depois e reconduziu os dois a seus cargos.
A decisão obrigou os procuradores da Lava Jato peruana a adiarem a assinatura do acordo de leniência com a Odebrecht, que havia sido concluído em dezembro e seria assinado na sexta-feira. A empresa se comprometeu a entregar informações e documentos relevantes sobre o pagamento de suborno e da entrega de aportes econômicos a funcionários públicos e políticos peruanos.
 
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