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Porto Alegre, sexta-feira, 04 de janeiro de 2019.

Jornal do Comércio

Internacional

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Edição impressa de 04/01/2019. Alterada em 04/01 às 01h00min

Argentina quer efetivo de reservistas para caso de conflito

O governo da Argentina estuda enviar ao Congresso um projeto de lei que prevê o treinamento de 10 mil reservistas para se juntar às Forças Armadas em caso de conflito, informou o diário Clarín. A medida está sendo discutida em meio a um processo de diminuição do efetivo, de 80 mil para 70 mil pessoas.

Segundo o projeto, haverá um processo seletivo para os reservistas, que farão um trâmite distinto do serviço militar. Eles receberão o treinamento similar ao dos soldados e um salário. Ao fim da preparação, retornarão à vida civil com grau de reservista. Os estudos teóricos serão distintos da grade dos cadetes. Na Argentina, o serviço militar não é obrigatório desde 1994.

A nova lei ainda prevê que os civis poderão trabalhar com novas tecnologias, especificamente com cibersegurança. Os recrutas não poderão ser demitidos de seus empregos enquanto durar o curso, que deve levar entre 15 e 30 dias por ano.

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