Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 12 de dezembro de 2018.

Jornal do Comércio

Internacional

COMENTAR | CORRIGIR

Estados Unidos

12/12/2018 - 16h12min. Alterada em 12/12 às 16h13min

Ex-advogado de Trump é condenado a três anos de prisão

da Folhapress
Michael Cohen, ex-advogado de Donald Trump, foi condenado nesta quarta-feira (12) a cumprir três anos de prisão por crimes cometidos enquanto trabalhava para o presidente, entre eles mentir para o Congresso sobre um negócio na Rússia e comprar o silêncio de duas mulheres que afirmavam ter tido casos com o republicano.
Ele também terá que pagar cerca de US$ 2 milhões (R$ 7,7 milhões) em penalidades pelos crimes cometidos. A decisão foi tomada pelo juiz federal William H. Pauley 3º em um tribunal de Manhattan. Cohen, 52, compareceu à corte ao lado da mulher e dos filhos. 
Ao juiz, Cohen fez um discurso emocionado e assumiu responsabilidade por crimes como violação fiscal, mentir a um banco e comprar o silêncio da ex-atriz pornô Stormy Daniels e da ex-modelo da Playboy Karen McDougal para não prejudicar a campanha à Presidência de Trump.
"Minha fraqueza pode ser caracterizada como uma lealdade cega a Donald Trump", afirmou à corte.
O juiz, em sua decisão, afirmou que as instituições democráticas do país dependem da honestidadede nossos cidadãos ao lidar com o governo. Ele qualificou os crimes como sérios, particularmente pelo fato de Cohen ser advogado.
O advogado de Cohen, Guy Petrillo, pediu que o juiz fosse leniente e considerasse a coragem de seu cliente e a "natureza extraordinária e significativa" de sua decisão de colaborar contra Trump.
"Ele sabia que o presidente poderia encerrar a investigação... Ele veio a público oferecer evidência contra a pessoa mais poderosa em nossopaís", disse Petrillo."Ele fez isso sem saber qual seria o resultado, sem saber o efeito político", ou se a investigação sobre a interferência russa nas eleições de 2016 sobreviveriam.
Segundo Petrillo, Cohen quer colaborar mais com o FBI (polícia federal americana). Ele disse que era injusto da parte dos procuradores afirmarem que ele está se recusando a discutir outros crimes possíveis dos quais possa ter conhecimento.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia