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Porto Alegre, quinta-feira, 06 de dezembro de 2018.

Jornal do Comércio

Internacional

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américa do sul

Edição impressa de 06/12/2018. Alterada em 06/12 às 01h00min

ONU pede que EUA e Europa ajudem Venezuela

Prevendo um aumento do êxodo de venezuelanos em 2019, a Organização das Nações Unidas (ONU) pediu ajuda dos Estados Unidos, de países da Europa e de outras nações ricas para impedir que o fluxo desestabilize a América do Sul. A avaliação em Genebra é a de que os países sul-americanos já esgotaram seus recursos para lidar com a situação, e, diante de milhões de deslocados, o temor é de que a crise e a violência se proliferem.
Adotando o modelo que já foi aplicado no Iêmen, as agências da ONU abandonaram o tom diplomático e passaram a qualificar a situação como "crise humanitária". No total, até o fim de 2019, a crise pode atingir 5,4 milhões de pessoas. Dessas, mais de 3 milhões seriam migrantes e refugiados venezuelanos, além da população local dos países fronteiriços.
No dia 14, a entidade anunciará um plano para lidar com o êxodo de refugiados da Venezuela. No evento, a ONU tentará convencer doadores internacionais a resgatar os países da região diante do fluxo sem precedentes. "Esta é uma tempestade perfeita. Ninguém conseguirá dar uma resposta sozinho", afirmou ao jornal O Estado de S. Paulo o diretor do Programa Mundial de Alimentação da ONU, David Beasley.
Ontem, a ONU incluiu pela primeira vez a Venezuela na lista das piores crises humanitárias do mundo. No total, estima-se que, para atender todas as vítimas em 2019, serão necessários US$ 736 milhões. No mundo, as crises internacionais custarão US$ 21 bilhões.
 
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