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Porto Alegre, sexta-feira, 26 de outubro de 2018.
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Jornal do Comércio

Internacional

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Estados Unidos

Edição impressa de 26/10/2018. Alterada em 26/10 às 01h00min

Trump prepara envio de tropas à fronteira com o México

Grupo saiu em marcha de Honduras no dia 13 de outubro

Grupo saiu em marcha de Honduras no dia 13 de outubro


JOHAN ORDONEZ/AFP/JC
O presidente norte-americano, Donald Trump, prepara o envio de 800 soldados do Exército para reforçar a fronteira com o México e bloquear a entrada de uma caravana de migrantes da América Central que se dirige para os Estados Unidos, segundo autoridade do Departamento de Defesa citada pelo jornal The New York Times. No grupo, haverá engenheiros para ajudar a construir tendas e cercas, médicos e especialistas para operar drones posicionados ao longo da divisa.
Desde que a caravana partiu de San Pedro Sula, em Honduras, no dia 13, Trump tem manifestado fortes críticas e feito ameaças aos integrantes da marcha - em sua maioria hondurenhos, mas também cidadãos de Guatemala e do México, entre outros países. O presidente já ameaçou cortar a ajuda à América Central e fechar a fronteira com o México.
Faltando 12 dias para as eleições legislativas, Trump transformou o episódio em alvo de críticas aos democratas, a quem responsabiliza pelo que considera uma "frágil lei imigratória". Num comício no Texas, o republicano disse haver criminosos infiltrados na caravana, incluindo "pessoas do Oriente Médio".
Não é a primeira vez que o presidente ameaça usar forças militares para impedir a entrada de imigrantes nos Estados Unidos. Em abril, quando outra caravana atravessava o México em direção ao país, o republicano defendeu que tropas dos EUA detivessem o fluxo, sugerindo que fizessem o que autoridades migratórias não conseguiam. Mas, após discutir o tema com o secretário de Defesa, Jim Mattis, e outras autoridades, solicitou apenas que guardas nacionais fossem mobilizados para atuar em funções de apoio.
Os soldados do Exército costumam ser impedidos por lei de atuar em funções relativas à segurança doméstica, como a apreensão de pessoas na fronteira. Segundo autoridades ouvidas pelo Times, a autorização agora seria legal, porque os soldados atuariam em papéis de apoio, em vez de no policiamento ou reforço da aplicação de leis.
 
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