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Porto Alegre, quinta-feira, 27 de setembro de 2018.
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Relações Internacionais

Edição impressa de 27/09/2018. Alterada em 27/09 às 01h00min

Maduro viaja para Assembleia da ONU

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, chegou a Nova Iorque ontem para participar da Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), onde seu governo tem sido duramente criticado. Na TV estatal venezuelana, ele disse que está pronto para defender seu país.
A confirmação de que iria para os EUA foi feita no voo para a cidade norte-americana. Maduro havia dito que poderia não comparecer ao evento porque temia por sua segurança.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que está disposto a se encontrar com o venezuelano, caso isso ajude a "aliviar o sofrimento" da nação sul-americana, e voltou a dizer que "todas as opções estão sobre a mesa". "As fortes e as menos fortes. E já sabem o que quero dizer com fortes", enfatizou, sugerindo uma possível intervenção militar dos EUA.
Líderes de Argentina, Canadá, Chile, Colômbia, Paraguai e Peru enviaram uma carta ao Tribunal Penal Internacional (TPI) pedindo que investigue o governo de Nicolás Maduro desde fevereiro de 2014 por crimes de lesa-humanidade na Venezuela. Entre as acusações citadas pelo chanceler argentino, Jorge Faurie, estão "detenções arbitrárias, assassinatos, execuções extrajudiciais, torturas, abusos sexuais e atentados contra o devido processo".
A carta à corte de Haia pede à procuradora Fatou Bensouda que sejam investigadas acusações desde fevereiro de 2014, "para que determine se se deve acusar uma ou várias pessoas", disse o chanceler peruano, Néstor Popolizio.
 
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