Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 06 de setembro de 2018.

Jornal do Comércio

Internacional

COMENTAR | CORRIGIR

Estados Unidos

Edição impressa de 06/09/2018. Alterada em 06/09 às 01h00min

Jornalista que derrubou Nixon lança livro sobre o governo Trump

Folhapress
A Casa Branca classificou de "histórias fabricadas" um novo livro que conta os bastidores do governo de Donald Trump, enquanto o próprio presidente chamou a obra de "fraude". Os primeiros trechos de "Fear" (Medo) foram divulgados na terça-feira.
O livro de Bob Woodward, um dos jornalistas responsáveis pelo caso Watergate, que levou a renúncia do presidente Richard Nixon em 1974, descreve uma Casa Branca caótica, com assessores conspirando para retirar documentos da mesa do presidente para que ele não os visse ou assinasse.
O jornalista diz que o Poder Executivo sofreu um "colapso nervoso" e "um golpe de Estado administrativo". A porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, disse que o livro era "nada mais do que histórias inventadas, muitas delas de ex-funcionários descontentes".
Trump também não gostou da obra. "É apenas outro livro ruim", afirmou ele, acrescentando que o autor tem "grandes problemas de credibilidade". "O livro de Woodward já foi refutado e desacreditado pelo general (secretário de Defesa) James Mattis e pelo general (chefe de Gabinete) John Kelly", escreveu o presidente nas redes sociais, referindo-se a dois de seus principais aliados citados na obra.
Tanto Mattis quanto Kelly negaram as falas atribuídas a eles no livro. "Embora eu goste de ler ficção, este é um novo ramo da literatura, e suas fontes anônimas não trazem credibilidade", ressaltou o secretário de Defesa.
 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia