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Porto Alegre, quarta-feira, 20 de junho de 2018.

Jornal do Comércio

Internacional

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Ásia

Notícia da edição impressa de 20/06/2018. Alterada em 20/06 às 01h00min

Seul cancela exercício militar com os EUA durante visita de Kim à China

O líder norte-coreano, Kim Jong-un, deu início ontem a uma viagem de dois dias pela China, onde tenta buscar apoio para o fim das sanções internacionais contra o país. Na mesma data, a Coreia do Norte conquistou uma importante vitória diplomática ao ver o governo da Coreia do Sul anunciar o cancelamento de um exercício militar conjunto com os Estados Unidos, previsto para agosto. No encontro entre Kim e o líder chinês, Xi Jinping, é possível que o norte-coreano tenha dado a seu principal aliado detalhes da cúpula entre ele e o presidente dos EUA, Donald Trump, ocorrida no dia 12, em Singapura.
Um porta-voz do Ministério de Relações Exteriores chinês, Geng Shuang, disse que o objetivo da reunião é promover a paz e a estabilidade regional. Ele também afirmou que Pequim apoia uma sugestão russa feita na semana passada para a suspensão das sanções unilaterais - como são chamadas aquelas que não foram aprovadas pelo Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). Na prática, a declaração pressiona Washington a suspender as sanções diretas contra Pyongyang, que são mais restritivas do que as impostas pela ONU, estas, sim, apoiadas por Moscou e Pequim.
A China elogiou, ainda, a decisão conjunta de EUA e Coreia do Sul de cancelar o exercício de agosto. Pequim defendia o cancelamento das atividades militares dos dois países em troca do congelamento dos testes nucleares de Pyongyang. Assim, o cancelamento foi a primeira consequência concreta do anúncio feito em Singapura. Seul disse que teve apoio de Washington e que a decisão tem como objetivo facilitar as conversas com Pyongyang.
 
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