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PATRIMÔNIO

- Publicada em 12/05/2022 às 18h09min.

Avança demolição do prédio da antiga Smic, em Porto Alegre

Àrea do antigo prédio da Smic, na região central da Capital, está avaliada em mais de R$ 7 milhões

Àrea do antigo prédio da Smic, na região central da Capital, está avaliada em mais de R$ 7 milhões


/divulgação/jc
Fernanda Crancio
Iniciada no dia 6 de maio, a demolição do prédio da  antiga Secretaria Municipal de Indústria e Comércio (Smic), na região central de Porto Alegre, está em pleno avanço. No local já é possível ver entulhos e sobras da obra na parte interna da edificação. Na área externa, tapumes e cartazes se sobressaem por toda a extensão do edifício.
Iniciada no dia 6 de maio, a demolição do prédio da  antiga Secretaria Municipal de Indústria e Comércio (Smic), na região central de Porto Alegre, está em pleno avanço. No local já é possível ver entulhos e sobras da obra na parte interna da edificação. Na área externa, tapumes e cartazes se sobressaem por toda a extensão do edifício.
Segundo a prefeitura, o prazo previsto para conclusão dos trabalhos é de cinco meses, mas poderá ser antecipado de acordo com o andamento da obra. A empresa Base Demolições & Serviços está responsável pela ação, que inclui separação, remoção e transporte dos entulhos gerados.
O prédio foi inaugurado em 1972 e está desativado há cinco anos, tendo sido alvo de ocupações. A mais recente, em abril, por estudantes indígenas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), que sugeriam transformar o local em Casa do Estudante Indígena.
Em janeiro de 2021, a Universidade entregou formalmente à prefeitura um pedido de cessão de uso do imóvel para implementação de um parque tecnológico, mas a ideia não avançou.
Com a retirada da edificação e limpeza da área, a prefeitura poderá avançar na venda do imóvel, avaliado em mais de R$ 7 milhões, que faz parte dos bens municipais disponíveis para venda. A transação, no entanto, depende de autorização da Câmara de Vereadores da Capital.
O imóvel tem 3.813 metros quadrados e mais de 1,3 mil metros quadrados de área construída, e integra  a lista de 98 bens municipais disponíveis para venda. A retirada do prédio, segundo a Caixa Econômica Federal, valoriza o imóvel em R$ 600 mil.
De acordo com o secretário de Administração e Patrimônio, André Barbosa, a decisão pela demolição ocorreu após a emissão de um laudo pela Secretaria de Obras e Infraestrutura (Smoi), que atestava não haver condições de habitabilidade no prédio. “Nas condições em que se encontra, o prédio oferece riscos à população e não se adequa a qualquer tipo de ocupação. Após a demolição, daremos ao terreno a destinação que traga maiores benefícios à sociedade, seja ela alienação, troca ou cessão de uso”, avalia Barbosa.
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