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Saúde

- Publicada em 13h09min, 22/02/2021. Atualizada em 14h56min, 22/02/2021.

Funcionários protestam contra falta de condições no Postão da Cruzeiro em Porto Alegre

Funcionários protestaram contra a falta de condições no local, que coloca em risco servidores e população

Funcionários protestaram contra a falta de condições no local, que coloca em risco servidores e população


LUIZA PRADO/JC
Profissionais de saúde que trabalham no Pronto Atendimento Cruzeiro do Sul (PACS) em Porto Alegre protestaram no fim da manhã desta segunda-feira (22) contra as condições de saúde no Postão. Segundo eles, a falta de condições no local coloca em risco os trabalhadores e a população.
Profissionais de saúde que trabalham no Pronto Atendimento Cruzeiro do Sul (PACS) em Porto Alegre protestaram no fim da manhã desta segunda-feira (22) contra as condições de saúde no Postão. Segundo eles, a falta de condições no local coloca em risco os trabalhadores e a população.
Segundo nota divulgada pelo grupo, de 1 de janeiro até o dia 19 de fevereiro, 22 servidores foram testados, dos quais 9 positivaram para Covid e dois até domingo (21) ainda não têm o resultado. “Esta estatística aponta um surto de Covid entre os servidores do PACS e nem a direção do posto ou a prefeitura municipal tomaram algum tipo de providência para rastrear a porta de entrada desta contaminação e a revisão nos processos de trabalho. Por esta negligência temos uma colega Técnica de Enfermagem na UTI do Divina Providência lutando contra a Covid”, diz o texto.
Uma tenda Covid foi montada no Postão da Cruzeiro no primeiro semestre do ano passado para atender os casos suspeitos da doença. O local é fechado e os servidores trabalham sem ar condicionado, inclusive em dias que a temperatura ultrapassou os 30°C.
Os servidores reclamam também da redução nos alimentos fornecidos para os pacientes do Postão. Durante a pandemia, a produção de alimentos no PACS foi suspensa e toda alimentação vem do HPS. O serviço de nutrição também foi extinto prejudicando a alimentação de pacientes e servidores, que recebem uma quantidade de alimentos reduzida e não têm mais direito a dietas especiais.
*Reunião urgente com o Secretário de Saúde;
*A nomeação urgente de médicos, enfermeiros e técnicos;
*Urgente ação da fiscalização da Vigilância Sanitária e Conselhos;
*Adequação dos ambientes e fornecimento adequado dos materiais;
*A indicação de um diretor geral para o PACS;
*Testagem em massa e vacinação pelo SUS para toda a população.
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