Porto Alegre, domingo, 17 de janeiro de 2021.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
domingo, 17 de janeiro de 2021.
Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Coronavírus

- Publicada em 11h09min, 17/01/2021. Atualizada em 15h17min, 17/01/2021.

Anvisa apresenta dados das vacinas, em dia de decisão sobre uso emergencial

A decisão ocorre por maioria simples de votos e deve ser dada até às 15 horas deste domingo

A decisão ocorre por maioria simples de votos e deve ser dada até às 15 horas deste domingo


ANVISA/DIVULGAÇÃO/JC
Começou na manhã deste domingo (17) a reunião da diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para decidir se permite ou não o uso emergencial da Coronavac e da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e a farmacêutica AstraZeneca. Os imunizantes serão distribuídos no Brasil, respectivamente, pelo Instituto Butantan e pela Fiocruz.
Começou na manhã deste domingo (17) a reunião da diretoria colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para decidir se permite ou não o uso emergencial da Coronavac e da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e a farmacêutica AstraZeneca. Os imunizantes serão distribuídos no Brasil, respectivamente, pelo Instituto Butantan e pela Fiocruz.
“O momento é de conscientização, união e trabalho. O inimigo é um só e a nossa melhor chance nessa guerra passa pela mudança de comportamento”, apontou o médico e contra-almirante diretor presidente da Anvisa Antonio Barra, no início dos trabalhos de hoje.
A apresentação começou pela Coronavac e está sendo conduzida pelo gerente geral de medicamentos e produtos biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes Lima. O resultado primário apontou para uma eficácia total de 50,4%.
O pedido submetido para a Anvisa é de 6 milhões de doses fabricadas na Sinovac, na China, que está aguardando autorização de uso no Brasil. Essa vacina já tem aprovação de uso emergencial na China, Indonésia e Turquia.
“As vacinas são um elemento fundamental no enfrentamento da pandemia e a preocupação e necessidade de termos dados revisados com cautela é grande. Queremos que os produtos disponibilizados para a população sejam seguros, eficazes e de qualidade”, afirma.
Ele destacou o momento histórico. “A Anvisa nunca concedeu esse tipo de autorização emergencial antes. Estou há 18 anos na agência e nunca vivemos uma situação como essa, de tanto senso de urgência”, diz.
A expectativa é de que a reunião dure, no máximo, até às 15h. A diretoria colegiada da agência é formada por cinco membros. A decisão ocorre por maioria simples de votos. Ou seja, para ter o uso emergencial aprovado, são necessários três dos votos dos diretores. A reunião está sendo transmitida pelos canais digitas da Anvisa e pela Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), que administra a TV Brasil.
Comentários CORRIGIR TEXTO