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MOBILIDADE

- Publicada em 16h23min, 04/12/2020. Atualizada em 17h37min, 04/12/2020.

Moradores de Porto Alegre temem aumento do fluxo do trânsito no pós-pandemia

Para 69% dos pesquisados, aplicativos de mobilidade colaboram com a fluidez do trânsito na Capital

Para 69% dos pesquisados, aplicativos de mobilidade colaboram com a fluidez do trânsito na Capital


PATRICIA COMUNELLO/ESPECIAL/JC
Os porto-alegrenses estão preocupados com o aumento do fluxo do trânsito no período pós-pandemia. Essa foi a conclusão de uma pesquisa encomendada pela 99, empresa de mobilidade urbana, sobre os hábitos de transporte e uso de aplicativos pela população da cidade.
Os porto-alegrenses estão preocupados com o aumento do fluxo do trânsito no período pós-pandemia. Essa foi a conclusão de uma pesquisa encomendada pela 99, empresa de mobilidade urbana, sobre os hábitos de transporte e uso de aplicativos pela população da cidade.
Realizado pela Datafolha, o levantamento mostra que cerca de 52% das pessoas estão preocupadas com o aumento do trânsito, que tende a ocorrer após a redução de veículos nas ruas durante a quarentena.
Como solução para melhorar esse quadro, 66% dos entrevistados acreditam que o uso de veículos particulares piora a mobilidade urbana. Outros 63% defendem que os carros de aplicativo de transporte diminuem a necessidade de terem veículo próprio.
Como alternativa para evitar a volta aos congestionamentos pré-pandemia, 69% dos porto-alegrenses acreditam que os aplicativos de mobilidade colaboram com a fluidez do trânsito na Capital. “A sociedade enxerga os carros compartilhados como ferramentas essenciais para contornar os gargalos da mobilidade em grandes cidades, como Porto Alegre. Dessa maneira, os dados dessa pesquisa mostram que, cada vez mais, os aplicativos devem se integrar aos modos de transporte nas grandes cidades, para termos uma mobilidade mais efetiva e inclusiva”, afirma Alexandre Ferreira, gerente de Políticas Públicas da 99.
Quando perguntados sobre a percepção em torno da mobilidade urbana em geral, os moradores da cidade sinalizam sua insatisfação, 38% deles consideraram ruim ou péssima, 37% regular e apenas 23% ótima ou boa.
A pesquisa também destacou o papel do serviço em colaborar com a economia da cidade e com o aumento da renda dos motoristas parceiros. Segundo a Fundação Instituto de Pesquisa Econômicas (Fipe), a 99 foi responsável por mais de R$ 12,2 bilhões do PIB nacional em 2019, um resultado que leva em consideração o impacto econômico da renda obtida pelos motorista-parceiros e seus gastos operacionais, como alimentação e combustível, e consumo das famílias. Esse valor foi equivalente a 0,18% do PIB brasileiro no ano passado.
A 99, empresa brasileira de tecnologia que conecta passageiros e motoristas via aplicativo, faz parte da companhia global Didi Chuxing, e é responsável por integrar mais de 700 mil motoristas a 18 milhões de passageiros, em mais de 1,6 mil cidades do País.
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