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Educação

- Publicada em 11h51min, 05/10/2020. Atualizada em 14h48min, 05/10/2020.

Prefeitura de Porto Alegre aciona o MP-RS por campanha contra a volta às aulas

Sindicato dos Municipários tem feito forte oposição ao retorno das atividades presenciais

Sindicato dos Municipários tem feito forte oposição ao retorno das atividades presenciais


Simpa/Divulgação/JC
O retorno das aulas presenciais em Porto Alegre, autorizado pelo governo do Estado e pela prefeitura municipal na semana passada tem gerado forte contrariedade por parte de educadores e movimentos sindicais. A volta dos alunos às escolas está autorizada a partir desta segunda-feira (5), com a necessidade do cumprimento de um protocolo de ações. Na rede municipal, a volta é obrigatória, enquanto na rede privada, a maior parta das instituições de ensino preferiu não voltar ainda.
O retorno das aulas presenciais em Porto Alegre, autorizado pelo governo do Estado e pela prefeitura municipal na semana passada tem gerado forte contrariedade por parte de educadores e movimentos sindicais. A volta dos alunos às escolas está autorizada a partir desta segunda-feira (5), com a necessidade do cumprimento de um protocolo de ações. Na rede municipal, a volta é obrigatória, enquanto na rede privada, a maior parta das instituições de ensino preferiu não voltar ainda.
A prefeitura enviou um ofício, nesta segunda-feira, à Promotoria da Infância e Juventude de Porto Alegre dando ciência da campanha veiculada pelo Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (Simpa) contrária à volta as aulas. No material, o sindicato utiliza a foto de uma criança chorando com os dizeres: “Não deixe nossos alunos carregarem a culpa pelo resto da vida. Escolas fechadas, vidas preservadas.”
No documento enviado ao Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP-RS), a prefeitura ressalta que, além de afrontar os direitos da criança e do adolescente, o sindicato pretende boicotar as medidas sanitárias estabelecidas com todas as cautelas pelos órgãos sanitários estadual e municipal.
Nas redes sociais do sindicato, a campanha vem sendo bastante criticada, sendo chamada de apelativa e desrespeitosa por utilizar a imagem de uma criança. A reportagem do Jornal do Comércio entrou em contato com o Simpa, mas não obteve retorno até o momento.
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