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Meio Ambiente

- Publicada em 00h50min, 20/09/2020. Atualizada em 00h51min, 20/09/2020.

Fumaça do Pantanal e da Amazônia parte de São Paulo em direção ao Rio e Minas

Céu impregnado pela fumaça, que envolve o sol visto da estrada do litoral paulista, em São Sebastião

Céu impregnado pela fumaça, que envolve o sol visto da estrada do litoral paulista, em São Sebastião


DANIEL LINGUITTE/FOTOS PÚBLICAS/JC
Um corredor de fumaça formado nas queimadas do Pantanal, Amazônia e Bolívia está a caminho do Rio de Janeiro e Minas Gerais, após atingir a cidade de São Paulo e o interior do estado neste sábado (19). A tendência é de piora qualidade do ar na região Sudeste do País, o que pode provocar problemas respiratórios na população e a ocorrência de chuva preta, segundo a MetSul Meteorologia.
Um corredor de fumaça formado nas queimadas do Pantanal, Amazônia e Bolívia está a caminho do Rio de Janeiro e Minas Gerais, após atingir a cidade de São Paulo e o interior do estado neste sábado (19). A tendência é de piora qualidade do ar na região Sudeste do País, o que pode provocar problemas respiratórios na população e a ocorrência de chuva preta, segundo a MetSul Meteorologia.
O número de queimadas no Pantanal bateu recorde para um mês apenas nos primeiros 16 dias de setembro. Além disso, nos últimos dias, a Bolívia voltou a enfrentar grandes incêndios, o que representa mais uma fonte de carbono negro na atmosfera.
A fumaça já está contribuindo para piorar a qualidade do ar em alguns pontos da região metropolitana paulista. De acordo com a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), foram registrados hoje alertas laranja e vermelho, que sinalizam qualidades de ar ruim e muito ruim, respectivamente.
A MetSul Meteorologia prevê ainda a possibilidade de ocorrência de chuva preta na capital e no interior paulista e em alguns locais do Mato Grosso do Sul até o início da semana.
O mesmo fenômeno aconteceu em agosto do ano passado, quando nuvens escuras típicas de um dia de tempestade, com redução de luminosidade, provocaram a sensação de que a noite tinha chegado mais cedo do que habitualmente. Neste caso, a chuva preta foi causada por incêndios na Bolívia e na região amazônica.
Agência Estado
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