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Saúde

- Publicada em 10h30min, 07/09/2020.

Em oito meses, RS registra mais de 3,5 mil casos de dengue

Gabriela Porto Alegre
Em meio a pandemia do novo coronavírus, outro problema de saúde pública volta a preocupar os gaúchos: o crescente aumento no número de casos de dengue no Rio Grande do Sul. Somente nos primeiros oito meses deste ano, a Secretaria Estadual da Saúde (SES) registrou 3.563 casos da doença e seis mortes. Os números  são maiores que os registrados nos anos de 2010, quando as confirmações chegaram a 3.471, e 2016, quando foram registrados 2.430 casos. No dia 22 de abril, eram 1.684 casos.
Em meio a pandemia do novo coronavírus, outro problema de saúde pública volta a preocupar os gaúchos: o crescente aumento no número de casos de dengue no Rio Grande do Sul. Somente nos primeiros oito meses deste ano, a Secretaria Estadual da Saúde (SES) registrou 3.563 casos da doença e seis mortes. Os números  são maiores que os registrados nos anos de 2010, quando as confirmações chegaram a 3.471, e 2016, quando foram registrados 2.430 casos. No dia 22 de abril, eram 1.684 casos.
De acordo com o informativo epidemiológico referente a semana 35/2020, com dados computados até 29 de agosto, do total de casos confirmados, 3.277 correspondem a autóctones (quando são contraídos na própria região) e 286 são importados.
Ao longo deste ano, foram ao menos 6.089 notificações de dengue, das quais 3.563 foram confirmadas, 2.125 descartadas, 326 tiveram laudo inconclusivo e 75 seguem em investigação.
A maior prevalência da doença foi identificada em pessoas com idades entre 30 e 39 anos (662 casos), 20 e 29 anos (645), 40 e 49 anos (603), 50 e 59 anos (502). As demais faixas etárias registraram, respectivamente, menos de 300 casos.
Ao todo, dos 497 municípios gaúchos, 391 registram infestações pelo Aedes aegypti. Além da dengue, o Rio Grande do Sul registrou até a semana 35/2020, 232 notificações de febre Chikungunya, sendo que nove casos importados foram confirmados, 182 foram descartados e 42 continuam em investigação diagnóstica.
Já em relação ao Zika vírus, o Estado notificou 256 casos suspeitos ao longo deste ano, dos quais 26 foram confirmados, sendo 24 autóctones. No que diz respeito a Febre Amarela, foram 13 notificações suspeitas, das quais 10 foram descartadas e três continuam em investigação até o momento.
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