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Serra

- Publicada em 12h36min, 31/07/2020. Atualizada em 12h36min, 31/07/2020.

Defesa Civil mantém alerta sobre barragem Passo do Meio

Duas fissuras na estrutura da barragem colocam em risco moradores que vivem ao longo do Rio das Antas

Duas fissuras na estrutura da barragem colocam em risco moradores que vivem ao longo do Rio das Antas


DEFESA CIVIL RS/DIVULGAÇÃO/JC
A Defesa Civil lançou nesta sexta-feira (31) um novo boletim sobre a situação da barragem Passo do Meio, em São Francisco de Paula, onde foram detectadas fissuras na semana passada. Ontem, equipes das Defesas Civis estadual e municipal, do Corpo de Bombeiros, da Brigada Militar e da empresa Energética Campos de Cima da Serra começaram a notificar diretamente proprietários de 20 edificações ao longo do rio das Antas sobre o risco potencial de inundação.
A Defesa Civil lançou nesta sexta-feira (31) um novo boletim sobre a situação da barragem Passo do Meio, em São Francisco de Paula, onde foram detectadas fissuras na semana passada. Ontem, equipes das Defesas Civis estadual e municipal, do Corpo de Bombeiros, da Brigada Militar e da empresa Energética Campos de Cima da Serra começaram a notificar diretamente proprietários de 20 edificações ao longo do rio das Antas sobre o risco potencial de inundação.
No relatório divulgado nesta sexta-feira a Defesa Civil, a partir de vistorias novamente feitas na quinta-feira, o relatório aponta a existência de percolação (passagem de água pelo barramento em razão da abertura de fissuras) em dois pontos do barramento do vertedouro da barragem. O nível de risco foi mantido, mas a situação, de acordo com a Defesa Civil, segue exigindo atenção.
Ontem as equipes começaram a evacuação emergencial de duas edificações que têm moradores ao longo do rio das Antas, que serão removidos para hotéis ou outras casas na região. Os proprietários de outras 18 edificações serão notificados sobre a situação, sendo contra indicada a ocupação, visitação ou permanência nos imóveis situados na zona de impacto direto durante os próximos 20 dias.
Segundo o subchefe de Defesa Civil do RS, coronel Rodrigo Dutra, como há três barragens em sequência e a percolação está localizada na barragem mais acima, em caso de ruptura total daquele barramento há mais duas estruturas para conter a onda de cheia. “Conforme atesta o empreendedor, isso traz segurança à operação de evacuação de emergência”, sinaliza Dutra.
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