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saúde

- Publicada em 18h56min, 23/07/2020. Atualizada em 19h30min, 23/07/2020.

Pelotas fecha hospital de campanha montado para a pandemia

O local não possuía leitos de UTI para casos graves de Covid-19, mas leitos de enfermaria

O local não possuía leitos de UTI para casos graves de Covid-19, mas leitos de enfermaria


MICHEL CORVELLO/DIVULGAÇÃO/CIDADES
Folhapress
O hospital de campanha montado em abril pela Prefeitura de Pelotas (a 220 km de Porto Alegre) foi fechado. O local não possuía leitos de UTI para casos graves de Covid-19, mas leitos de enfermaria.
O hospital de campanha montado em abril pela Prefeitura de Pelotas (a 220 km de Porto Alegre) foi fechado. O local não possuía leitos de UTI para casos graves de Covid-19, mas leitos de enfermaria.
Montado preventivamente no início da pandemia do novo coronavírus, o hospital tinha capacidade para receber 159 pacientes. Porém, desde então, não recebeu nenhum doente.
O contrato de funcionamento da estrutura venceu na última quarta-feira (22). Diante da situação, a prefeita Paula Mascarenhas (PSDB) optou por não renová-lo. O hospital custou R$ 411 mil.
Para casos severos de Covid-19, a cidade gaúcha conta com 95 leitos de UTI -públicos e privados- com 70,5% de ocupação, segundo dados da Secretaria Estadual de Saúde (SES).
Pelotas tem 673 casos confirmados da doença e 14 mortos, segundo o boletim da prefeitura da quarta-feira.
"Projeções do Centro de Epidemiologia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) apontavam a necessidade de a cidade ter, no mínimo, 415 leitos de enfermaria para o enfrentamento da Covid-19. Além disso, Pelotas é polo regional em saúde e atende pacientes de outros municípios", explicou a prefeitura.
Para controlar a proliferação do Sars-CoV-2, a cidade tem adotado medidas como multas para casos de aglomeração e para quem não usa máscara. Em sete dias, 220 pessoas foram multadas.
Além disso, o município passou a medir a temperatura de passageiros e pessoas que circulam pela rodoviária.
A cidade é sede da Universidade Federal de Pelotas (Ufpel) responsável pela pesquisa que estuda a prevalência da doença no Rio Grande do Sul. A pesquisa nacional, também coordenada pela Ufpel, foi cancelada pelo Ministério da Saúde.
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