Porto Alegre, quinta-feira, 14 de maio de 2020.

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Saúde

Notícia da edição impressa de 14/05/2020. Alterada em 13/05 às 21h00min

RS tem nove mortes em 24h e total de óbitos vai a 120

Em alta, letalidade da Covid-19 no Rio Grande do Sul alcançou os 4%

Em alta, letalidade da Covid-19 no Rio Grande do Sul alcançou os 4%


Camila Surian/Arte/JC
A quarta-feira foi um dia duro no combate à pandemia de Covid-19 no Rio Grande do Sul. A Secretaria Estadual da Saúde (SES-RS) confirmou nove novas mortes no Estado em razão da doença. Assim, já são 120 gaúchos que perderam a vida por causa do novo coronavírus.
A quarta-feira foi um dia duro no combate à pandemia de Covid-19 no Rio Grande do Sul. A Secretaria Estadual da Saúde (SES-RS) confirmou nove novas mortes no Estado em razão da doença. Assim, já são 120 gaúchos que perderam a vida por causa do novo coronavírus.
A pandemia já está presente em 208 cidades do Estado. O total de casos confirmados no Rio Grande do Sul pela SES-RS é de 2.997. No entanto, no mínimo outras 96 confirmações de Porto Alegre ainda não foram computadas pela secretaria estadual. Assim, o número de ocorrências já alcança 3.093.
A letalidade da Covid-19 segue em alta no Rio Grande do Sul e, nesta quarta-feira, alcançou os 4% (a cada 100 pessoas infectadas quatro morreram). Entre os novos óbitos está uma mulher jovem de 26 anos, de Porto Alegre. Conforme a Secretaria Municipal de Saúde da Capital, a vítima tinha histórico de esquizofrenia e obesidade. A mulher consultou em uma Unidade de Pronto Atendimento no dia 9 de maio, sábado passado, apresentando sintomas gripais há três dias, além de crise de asma. Ela foi transferida ao Hospital de Clínicas de Porto Alegre, onde faleceu.
A outra vítima fatal na Capital foi um homem de 86 anos. Ele estava internado na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Ernesto Dorneles desde o dia 2 de maio e possuía histórico de diabetes, Doença de Parkinson e sequelas em razão de um AVC.
Além dessas duas pessoas, as outras mortes se deram em Lajeado (mulher, 84 anos), Nonoai (homem, 93 anos), Sapucaia do Sul (homem, 77 anos), Arroio dos Ratos (mulher, 85 anos), Caxias do Sul (mulher, 96 anos), Esperança do Sul (mulher, 80 anos) e Frederico Westphalen (mulher, 63 anos).
No Brasil, de acordo com atualização do Ministério da Saúde divulgada na noite de ontem, já são 13.149 óbitos em razão do novo coronavírus. Foram 749 novas mortes confirmadas de terça para quarta-feira. O número de casos confirmados está em 188.974 - um aumento de 11.385 de um dia para o outro. A letalidade da doença no País é de 7%.
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O Brasil superou a França nesta quarta-feira em número de pessoas infectadas pelo novo coronavírus e agora é o sexto país mais afetado pela Covid-19 no mundo, segundo compilação de dados feita pela Universidade Johns Hopkins, dos Estados Unidos. Os dados considerados pela instituição vêm de fontes variadas, como secretarias regionais de Saúde, e são atualizados múltiplas vezes ao dia, diferentemente da estratégia de divulgação adotada pela maioria dos países, que lança uma atualização diária.
Agora, estão à frente do País, segundo a universidade norte-americana, Itália (222.104 contaminados), Espanha (228.030 contaminados), Reino Unido (230.985 contaminados), Rússia (242.271 contaminados) e Estados Unidos (1.388.002 contaminados).
O Brasil, no entanto, se diferencia dos países que ocupam os primeiros lugares no ranking por um aspecto importante: a baixa quantidade de testes de Covid-19 já realizados. Conforme a plataforma independente Worldometers, o Brasil tem uma taxa de 3,4 mil testes feitos por milhão de habitantes, índice que é de 45,2 mil na Itália, de 30,8 mil no Reino Unido, de 40,9 mil na Rússia, de 52,7 mil na Espanha, de 30,3 mil nos EUA, de 21,2 mil na França e de 32,8 mil na Alemanha, para citar os países com mais casos de Covid-19 identificados até o momento.
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