Porto Alegre, quinta-feira, 19 de março de 2020.

Jornal do Comércio

Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

CORRIGIR

transportes

19/03/2020 - 09h29min. Alterada em 19/03 às 21h11min

EPTC vai multar empresas que aderiram à tabela de verão nos ônibus sem autorização

Além das ruas vazias, passageiros reclamaram de demora para passar os coletivos

Além das ruas vazias, passageiros reclamaram de demora para passar os coletivos


Bruna Oliveira/Especial/JC
Bruna Oliveira
Porto Alegre amanheceu nesta quinta-feira (19) com movimento bem abaixo do normal, após o decreto da prefeitura para restringir o fluxo de pessoas diante de pandemia do novo coronavírus. Ruas vazias e comércio fechado, mas também pouco movimento de ônibus. Algumas empresas teriam adotado a tabela de verão nos coletivos, sem autorização da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC).
Porto Alegre amanheceu nesta quinta-feira (19) com movimento bem abaixo do normal, após o decreto da prefeitura para restringir o fluxo de pessoas diante de pandemia do novo coronavírus. Ruas vazias e comércio fechado, mas também pouco movimento de ônibus. Algumas empresas teriam adotado a tabela de verão nos coletivos, sem autorização da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC).
O órgão informou que as empresas que adotaram a tabela diferenciada serão multadas, e que aguarda o levantamento da rodagem do dia para verificar quantas viagens foram afetadas.
A Associação dos Transportadores de Passageiros (ATP) afirmou que a alteração na tabela horária de todo o sistema privado, com redução de 9% nas viagens, foi tratada com a EPTC. E justificou que a medida atende ao decreto municipal, que recomenda a retirada de funcionários com idade igual ou superior a 60 anos por questões de saúde.
"O decreto nos deixou de mãos amarradas. Temos quase 500 colaboradores com mais de 60 anos e isso nos impossibilita de cumprir a tabela normal", afirmou o engenheiro de Transporte da ATP, Antônio Augusto Lovatto. 
A reportagem tentou contato com o Sindicato dos Rodoviários da Capital, mas não obteve retorno.
{'nm_midia_inter_thumb1':'', 'id_midia_tipo':'2', 'id_tetag_galer':'', 'id_midia':'5c6f03d777ac4', 'cd_midia':8634598, 'ds_midia_link': 'https://www.jornaldocomercio.com/_midias/gif/2019/02/21/banner_whatsapp_280x50px_branco-8634598.gif', 'ds_midia': 'WhatsApp Conteúdo Link', 'ds_midia_credi': 'Thiago Machado / Arte JC', 'ds_midia_titlo': 'WhatsApp Conteúdo Link', 'cd_tetag': '1', 'cd_midia_w': '280', 'cd_midia_h': '50', 'align': 'Center'}
No corredor de ônibus da avenida João Pessoa, na região central da cidade, passageiros se queixavam da demora para passar os coletivos. "Tá parecendo domingo", disse um homem que aguardava coletivo para ir ao Centro de Porto Alegre. Somente os ônibus da Carris estariam operando normalmente. 
A única medida oficialmente autorizada pela empresa pública foi a suspensão temporária de 15 linhas de ônibus, como forma de tentar barrar a proliferação do vírus.