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Segurança Pública

03/03/2020 - 15h08min. Alterada em 03/03 às 15h43min

'Não relaxaremos. Tá dado o recado', diz Leite, para crime organizado

'Aquele que enfrentar a lei, mesmo de dentro de presídios, vai sofrer as consequências', diz o governador

'Aquele que enfrentar a lei, mesmo de dentro de presídios, vai sofrer as consequências', diz o governador


ITAMAR AGUIAR/PALÁCIO PIRATINI/DIVULGAÇÃO/JC
Patrícia Comunello
Depois de completada a megaoperação nesta terça-feira (3) que transferiu do Rio Grande do Sul 18 presos líderes de facções criminosas, o governador Eduardo Leite foi claro sobre a conduta na área da segurança pública: "Nós não relaxaremos. Está dado o recado".
Depois de completada a megaoperação nesta terça-feira (3) que transferiu do Rio Grande do Sul 18 presos líderes de facções criminosas, o governador Eduardo Leite foi claro sobre a conduta na área da segurança pública: "Nós não relaxaremos. Está dado o recado".

VÍDEO: Confira as declarações do governador

O aviso foi dirigido a criminosos que queiram agir de dentro dos presídios, de onde saíram os presos transferidos na Operação Império da Lei. "Aquele que enfrentar a lei, mesmo de dentro de presídios, vai sofrer as consequências". 
Segundo Leite, que dirigiu a coletiva de imprensa na sede da Secretaria de Segurança Pública (SSP) sobre a ação que mobilizou mais de 1,3 mil agentes, as inteligências ligadas a órgãos do Estado e outras corporações, incluindo a esfera federal e Ministério Público, vão continuar as atividades sobre presos que não foram removidos e outros que podem vir a agir.
"Aqueles que quiserem praticar crimes no Rio Grande do Sul não terão tolerância por parte do Estado", arrematou o governador.
Na coletiva, o vice-governador e titular da SSP, Ranolfo Vieira Júnior, disse que haverá reforço de policiamento e outras medidas "mais ostensivas" nas ruas de Porto Alegre e outras cidades para coibir eventuais reações das facções que tiverem integrantes deslocados.
Os 18 presos foram levados em um jato da Polícia Federal para cinco unidades da federação que têm presídios federais. Os destinos não foram informados, para preservar a medida de restrição a ser adotada.