Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sábado, 08 de fevereiro de 2020.

Jornal do Comércio

Geral

COMENTAR | CORRIGIR

educação

08/02/2020 - 17h42min. Alterada em 08/02 às 17h42min

MEC revoga portaria que limitava participação de cientistas em congressos

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, revogou na quinta-feira (6) a portaria que limitava o número de participantes brasileiros em congressos científicos nacionais e internacionais, datada de 31 de dezembro. A mudança ocorre após uma série de críticas de pesquisadores e associações científicas.
O ministro da Educação, Abraham Weintraub, revogou na quinta-feira (6) a portaria que limitava o número de participantes brasileiros em congressos científicos nacionais e internacionais, datada de 31 de dezembro. A mudança ocorre após uma série de críticas de pesquisadores e associações científicas.
O artigo 55 da antiga portaria 2.227 impedia que mais de dois representantes da mesma entidade ou órgão participassem de um congresso ou outro evento científico dentro do País, limitação que era reduzida para uma pessoa no caso de viagens internacionais.
A restrição era imposta mesmo para viagens não pagas pelo governo federal. Ela poderia ser flexibilidade apenas após autorização especial do Ministério da Educação (MEC), em "caráter excepcional" e quando houvesse "necessidade devidamente justificada, por meio de exposição de motivos dos dirigentes das unidade."
Em janeiro, a Academia Brasileira de Ciências (ABC) e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) chegaram a enviar uma carta ao ministro, na qual diziam que a antiga portaria acarretaria em um "um risco iminente para missões bilaterais e grandes colaborações internacionais, nas quais a participação brasileira tem tido grande destaque."
 
Estadão Conteúdo
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia