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Porto Alegre, terça-feira, 14 de janeiro de 2020.

Jornal do Comércio

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14/01/2020 - 15h29min. Alterada em 14/01 às 15h29min

Cidade mineira diz ter segunda morte suspeita por cerveja contaminada

Na segunda-feira, subiu para três os lotes da cerveja Belorizontina contaminados

Na segunda-feira, subiu para três os lotes da cerveja Belorizontina contaminados


CERVEJARIA BACKER/REPRODUÇÃO/INSTAGRAM/JC
Uma segunda pessoa, desta vez uma mulher, morreu com sintomas da síndrome nefroneural, causada pela contaminação por dietilenoglicol, substância encontrada em garrafas da cerveja Belorizontina, da Backer. Ela era moradora de Pompéu (a 174 km de Belo Horizonte). A informação é da prefeitura do município mineiro.
Uma segunda pessoa, desta vez uma mulher, morreu com sintomas da síndrome nefroneural, causada pela contaminação por dietilenoglicol, substância encontrada em garrafas da cerveja Belorizontina, da Backer. Ela era moradora de Pompéu (a 174 km de Belo Horizonte). A informação é da prefeitura do município mineiro.
Procurada, a Secretaria de Estado da Saúde ainda não deu informações sobre a suposta segunda morte.  Ainda sem a informação desta paciente de Pompéu, o governo mineiro informou que são 17 os pacientes sob investigação. Desse total, quatro foram confirmados, com uma morte, e os demais ainda estão em apuração.
Presente em lotes da bebida, a substância causa sintomas como insuficiência renal, alterações neurológicas, vômitos e diarreias.
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Sobre o caso de Pompéu, a secretaria municipal da Saúde diz que a mulher esteve em Belo Horizonte a passeio na casa de parentes entre os dias 15 e 21 de dezembro no bairro Buritis. Ela apresentou os sintomas da síndrome nefroneural e morreu em 28 de dezembro.
"O Pronto Atendimento (onde a mulher foi internada) entrou em contato com familiar da paciente, em que foi relatado ingestão da cerveja Belorizontina", diz o município, em nota.
A cerveja Backer pediu que os consumidores não bebam a Belorizontina e a Capixaba (mesma bebida mas com rótulo diferente para ser vendida no Espírito Santo), independentemente do lote.
"Aqui na fábrica nunca foi usado o dietilenoglicol e tudo que está acontecendo ainda é um mistério para gente e para as autoridades", afirmou a diretora de marketing da Backer, Paula Lebbos, nesta terça-feira (14).
A fábrica da Backer, no bairro Olhos d'Água, em Belo Horizonte, passou por uma nova vistoria na manhã desta terça por equipe da Polícia Civil e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
No dia anterior, o ministério havia mandado recolher todas as cervejas e chopes que tenham sido produzidos pela Backer de outubro de 2019 até esta terça. Na ocasião, por meio de nota, a cervejaria havia informado que iria recorrer da decisão judicial. Mas a informação da cervejaria é a de que vai acatar a determinação do ministério.
Ainda segundo a empresa, todas as cervejas Belorizontinas foram produzidas no tanque que está sendo investigado pela polícia.
O tanque, de 18 mil litros, produz cerca de 33 mil garrafas por braçagem.Como a cervejaria informa não saber como a substância dietilenoglicol se propagou, recomenda que ninguém consuma garrafas dos dois rótulos.
A empresa, diz Lebbos, passa por vistorias constantes, todas auditadas, e que prefere não fazer julgamentos sobre o que pode ter causado a contaminação. "Nós fomos surpreendidos, assim como vocês".
A Backer produz as seguintes marcas, que estão envolvidas no recall pedido pelo ministério: Belorizontina, Capixaba, Backer Pilsen, Backer Trigo, Backer Pale Ale, Backer Brown, Medieval, Pele Vermelha IPA, Bravo, Exterminador de Trigo, Três Lobos, Capitão Senra, Corleone, Tommy Gun, Diabolique, Pilsen Export, Bohemia Pilsen, Julieta, Backer Reserva do Proprietário, Fargo 46, Cabral e Cacau Bomb.
Folhapress
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