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Porto Alegre, quinta-feira, 28 de novembro de 2019.

Jornal do Comércio

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Meio ambiente

28/11/2019 - 19h00min. Alterada em 28/11 às 19h00min

Juiz determina soltura de brigadistas apontados de causar incêndio no Pará

Fogo em Alter do Chão consumiu uma área equivalente a 1.600 campos de futebol

Fogo em Alter do Chão consumiu uma área equivalente a 1.600 campos de futebol


Esio Mendes/Sedam/JC
A Justiça determinou nesta quinta-feira (28) a soltura dos quatro brigadistas que haviam sido presos no balneário de Alter do Chão, em Santarém (1.231 km de Belém), sob suspeita de terem iniciados incêndios florestais na região.
A Justiça determinou nesta quinta-feira (28) a soltura dos quatro brigadistas que haviam sido presos no balneário de Alter do Chão, em Santarém (1.231 km de Belém), sob suspeita de terem iniciados incêndios florestais na região.
Daniel Gutierrez Govino, João Victor Pereira Romano, Gustavo de Almeida Fernandes e Marcelo Aron Cwerner haviam sido presos preventivamente na última terça-feira (26) no âmbito da operação Fogo do Sairé, da Polícia Civil do Pará, que investiga a origem dos incêndios que atingiram a região de Alter do Chão em setembro.
A decisão de soltar os brigadistas partiu do próprio juiz Alexandre Rizzi, titular da vara criminal de Santarém, que um dia antes havia negado a liberdade deles durante a audiência de custódia. Na ocasião, ele havia prometido reanalisar a prisão em dez dias.
Segundo a polícia, uma investigação de dois meses apontou indícios de que ONGs atuaram como causadoras do incêndio, mas o Ministério Público Federal (MPF) em Santarém, no Pará, afirmou que brigadistas e ONGs não estavam entre os suspeitos de terem causado incêndios florestais.
Ao todo, o fogo em Alter do Chão consumiu uma área equivalente a 1.600 campos de futebol e levou quatro dias para ser debelado por brigadistas e bombeiros.
A defesa dos brigadistas afirmava que não existem requisitos que autorizariam uma prisão preventiva e que atuará para libertá-los da prisão.
Um dos responsáveis pela defesa dos brigadistas, o advogado Wlandre Leal diz que a polícia inverteu a ordem do processo legal ao pedir a prisão dos brigadistas com a investigação ainda em andamento.
Ele também defende que não há nenhum elemento que sustente um pedido de prisão preventiva: os quatro brigadistas não têm antecedentes criminais, possuem residência fixa e trabalho lícito. "É uma prisão desnecessária e abusiva."
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