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Porto Alegre, segunda-feira, 25 de novembro de 2019.
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Saúde

Edição impressa de 25/11/2019. Alterada em 25/11 às 03h00min

Rede de atendimento interfere no diagnóstico de câncer de mama

Ser atendido no Sistema Único de Saúde (SUS) ou na rede privada faz diferença quanto ao diagnóstico do câncer de mama. No SUS, 33% das mulheres foram diagnosticadas com estágio 3 da doença, considerado localmente avançado. Na rede privada, o número cai para 14%. Os dados são da pesquisa Amazona III.
Ser atendido no Sistema Único de Saúde (SUS) ou na rede privada faz diferença quanto ao diagnóstico do câncer de mama. No SUS, 33% das mulheres foram diagnosticadas com estágio 3 da doença, considerado localmente avançado. Na rede privada, o número cai para 14%. Os dados são da pesquisa Amazona III.
Níveis mais leves do câncer foram mais prevalentes na rede privada de saúde (41% com estágio 1). "Isso é universal. Em países desenvolvidos, há menos prevalência de câncer de mama avançado ou metástase. Em países pobres, a prevalência é de 30% a 40% de diagnóstico grave", diz Débora Gagliato, oncologista da do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo.
A especialista concorda que o acesso - não só à mamografia - é difícil em nações em desenvolvimento, como o Brasil. "Uma vez que a paciente tem alteração na mamografia, até ter biópsia realizada pode ter um tempo grande. E sabemos claramente que tempo para tratamento é igual a cura. Pacientes que demoram a começar quimioterapia têm maior chance de morte por causa da doença."
Sabe-se que tumores em estágios mais avançados tendem a ter tratamentos mais custosos. Além do maior uso de medicações, há maior probabilidade de efeitos colaterais.
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