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Porto Alegre, quinta-feira, 21 de novembro de 2019.
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Jornal do Comércio

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COLETA SELETIVA

Edição impressa de 21/11/2019. Alterada em 20/11 às 20h32min

Projeto-piloto de contêineres verdes segue recebendo lixo reciclável

DMLU tirou recipientes das áreas comerciais e os colocou nas zonas residenciais do Centro

DMLU tirou recipientes das áreas comerciais e os colocou nas zonas residenciais do Centro


MARCO QUINTANA/JC
Gabriela Porto Alegre
Mais de um ano após a implantação do projeto-piloto Contêineres Verdes no Centro Histórico de Porto Alegre, a iniciativa segue operando. Desde 1 de novembro de 2018, 45 contêineres estão disponíveis para a coleta automatizada de resíduos recicláveis. Nos primeiros oito meses, os recipientes ficaram situados em áreas comerciais do Centro Histórico, no entanto, como não era possível reaproveitar nenhum material por conta de descartes irregulares, em agosto deste ano, os contêineres foram realocados em áreas residenciais.
Mais de um ano após a implantação do projeto-piloto Contêineres Verdes no Centro Histórico de Porto Alegre, a iniciativa segue operando. Desde 1 de novembro de 2018, 45 contêineres estão disponíveis para a coleta automatizada de resíduos recicláveis. Nos primeiros oito meses, os recipientes ficaram situados em áreas comerciais do Centro Histórico, no entanto, como não era possível reaproveitar nenhum material por conta de descartes irregulares, em agosto deste ano, os contêineres foram realocados em áreas residenciais.
Atualmente localizados entre as ruas Washington Luiz, General Salustiano, Riachuelo, General João Manoel, Duque de Caxias e General Auto, os recipientes contam com uma separação por cores: os verdes são utilizados para descarte de lixo seco, enquanto os cinzas são para o lixo orgânico. 
O Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) é o órgão encarregado pelo projeto, por meio da RN Freitas, empresa prestadora de serviços. Com a mudança do perímetro, há três meses, os resultados têm sido positivos, segundo o diretor-geral do DMLU, Renê Machado de Souza. "A cada amostra no novo perímetro, temos notado diferenças positivas. No primeiro mês, o percentual foi de 25%. No segundo, passou para 26%. Já na terceira amostra, constatamos crescimento para 28%, ou seja, a população está com uma aderência e uma motivação de uso melhor do que a que tínhamos na área comercial", afirmou.
Como três meses ainda é período curto para análises conclusivas, a ideia, conforme Souza, é ampliar esse prazo, de forma que o DMLU possa fazer o acompanhamento e ter uma perspectiva melhor para a expansão do sistema para outras regiões. "Provavelmente, no novo contrato de coleta seletiva, que terá licitação lançada em 2020, a gente venha a desenvolver outras possibilidades que não sejam apenas a de recolhimento no caminhão. A intenção é ser mais inovador, mas, para isso, precisamos aguardar o lançamento de um novo edital."
Nos contêineres verdes, podem ser descartados resíduos em plástico, vidro, papel seco e metal, como embalagens, arame, baldes, brinquedos, garrafas PET, copos descartáveis, latas de alumínio, raio-X, isopor, canos e tubos metálicos e em PVC. Resíduos volumosos, como móveis quebrados, eletrodomésticos e colchões devem ser levados aos Ecopontos disponibilizados pelo DMLU.
Cerca de 55 toneladas de recicláveis são coletadas por dia na Capital. O impacto financeiro da operação, segundo o diretor-geral do DMLU, é de R$ 16 mil, o que equivale a 2,2% do contrato com prestadora de serviços. Os resíduos recolhidos são levados para a reciclagem nas Unidades de Triagem (UTs), gerando renda para cerca de 600 trabalhadores que atuam nesses locais. Os materiais seletivos podem ser descartados a qualquer hora, todos os dias da semana.
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