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Educação

Edição impressa de 20/11/2019. Alterada em 20/11 às 03h00min

Seduc e Cpers divergem sobre número de escolas paradas

Gabriela Porto Alegre
Balanço do Cpers-Sindicato divulgado ontem, mostra que 601 instituições de ensino já aderiram totalmente à mobilização no Estado, enquanto 575 atendem de forma parcial, com severa falta de profissionais. No segundo dia de greve, 37 dos 42 núcleos do sindicato disponibilizaram levantamentos. Os dados contabilizados não incluem os núcleos de Gravataí, Santana do Livramento, Ijuí, Taquara e Palmeiras das Missões. Já conforme a Secretaria Estadual de Educação (Seduc), das 2.500 instituições no Rio Grande do Sul, 200 paralisaram totalmente e outras 200 parcialmente.
Balanço do Cpers-Sindicato divulgado ontem, mostra que 601 instituições de ensino já aderiram totalmente à mobilização no Estado, enquanto 575 atendem de forma parcial, com severa falta de profissionais. No segundo dia de greve, 37 dos 42 núcleos do sindicato disponibilizaram levantamentos. Os dados contabilizados não incluem os núcleos de Gravataí, Santana do Livramento, Ijuí, Taquara e Palmeiras das Missões. Já conforme a Secretaria Estadual de Educação (Seduc), das 2.500 instituições no Rio Grande do Sul, 200 paralisaram totalmente e outras 200 parcialmente.
Na segunda-feira, quando a paralisação iniciou de forma definitiva, o Comando de Greve do Cpers fez uma avaliação sobre a mobilização. Cerca de 30 integrantes, entre dirigentes do campo político da direção central e das forças de oposição, classificaram como positiva a resposta da categoria ao pacote de medidas divulgado pelo governador Eduardo Leite na quinta-feira passada. Durante a reunião do comando, foram debatidas as próximas ações de comunicação e mobilização da classe.
Com centenas de escolas anunciando apoio à paralisação nos próximos dias, a tendência é que o movimento se consolide como uma das maiores greves dos 74 anos de história do Cpers. "Não são apenas nossos empregos e nossas carreiras que estão em jogo. É a própria existência da escola pública", reforçou a presidente do Sindicato, Helenir Aguiar Schürer.
O comando de greve já decidiu o calendário de lutas dos próximos dias. A primeira semana deve ser dedicada ao diálogo com a sociedade, ampliação e fortalecimento da greve junto à categoria, além da produção e distribuição massiva de materiais voltados à população, denunciando a miséria da categoria e as intenções do governo com o pacote. Na próxima terça-feira, uma assembleia geral de mobilização será realizada partir das 13h30min, na Praça da Matriz.
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