Porto Alegre, sexta-feira, 24 de julho de 2020.

Jornal do Comércio

Porto Alegre,
sexta-feira, 24 de julho de 2020.
Corrigir texto

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Meio ambiente

- Publicada em 14h19min, 19/11/2019. Atualizada em 14h24min, 19/11/2019.

Grupo descarta foco de óleo que vazou de navio grego em Rio Grande

Vazamento ocorreu na quarta-feira de navio grego que está atracado no terminal de grãos Termasa

Vazamento ocorreu na quarta-feira de navio grego que está atracado no terminal de grãos Termasa


SUPERINTENDÊNCIA DO PORTO DE RIO GRANDE/DIVULGAÇÃO/JC
Não há mais foco de óleo do navio grego que vazou no litoral do Rio Grande do Sul, na área do Porto do Rio Grande. A informação foi oficializada em reunião de avaliação do Plano de Área do Porto do Rio Grande, nessa segunda-feira (18), que abrangeu medidas para contenção e absorção do óleo bunker (óleo de navio) do vazamento da embarcação Dimitris L, durante o abastecimento no terminal da Termasa, que faz uma das maiores movimentações de grãos no porto.
Não há mais foco de óleo do navio grego que vazou no litoral do Rio Grande do Sul, na área do Porto do Rio Grande. A informação foi oficializada em reunião de avaliação do Plano de Área do Porto do Rio Grande, nessa segunda-feira (18), que abrangeu medidas para contenção e absorção do óleo bunker (óleo de navio) do vazamento da embarcação Dimitris L, durante o abastecimento no terminal da Termasa, que faz uma das maiores movimentações de grãos no porto.
A Superintendência do Porto do Rio Grande (SUPRG) informou, na quinta-feira (14), que teriam vazado entre dois e três metros cúbicos de óleo do navio. Foram cinco dias de trabalhos até agora para evitar danos ambientais, principalmente a animais que povoam a região. Foi descartada que a morte de uma tartaruga-gigante, no fim de semana, tenha tido relação com o óleo. A presença de plástico no intestino causou a morte do animal. 
"Esses monitoramentos resultaram positivamente no processo de retirada de óleo que estivesse livre no ambiente", explicou a SUPRG, por nota. O Centro de Recuperação de Animais Marinhos (CRAM) e Núcleo de Educação e Monitoramento Ambiental (Nema) realizaram vistorias nos ambientes terrestres e marítimos na busca por identificar possíveis animais com manchas. Até o sábado (23), serão feitos monitoramentos diários na fauna.
Nesta quarta-feira (20), a equipe do Nema fará uma expedição de vigilância até a Barra da Lagoa do Peixe ao norte, e até o Chuí, ao sul.
A superintendência diz será dado início ao processo de desmobilização da emergência ambiental "com foco em seguir com a sequência de monitoramento e de limpeza de estruturas como pedras, píer e defensas, que tenham tido contato com o óleo e estejam sujas". Os procedimentos levam 30 dias.
O navio passou por limpeza e retirada dos resíduos sólidos. A ordem de retenção foi revogada, o que libera a embarcação, informou a superintendência.
Comentários CORRIGIR TEXTO