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Porto Alegre, segunda-feira, 18 de novembro de 2019.

Jornal do Comércio

Geral

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65ª feira do livro

Edição impressa de 18/11/2019. Alterada em 18/11 às 09h55min

Feira chega ao fim com expectativa de superar 200 mil livros vendidos

Movimento na Praça da Alfândega foi grande no feriado e fim de semana com tempo bom

Movimento na Praça da Alfândega foi grande no feriado e fim de semana com tempo bom


LUIZA PRADO/JC
Depois de uma série de dias chuvosos, São Pedro resolveu dar uma "mãozinha" para a Feira do Livro de Porto Alegre. No final de semana que passou, milhares de pessoas estiveram na Praça da Alfândega e imediações para se despedir da 65ª edição do evento, que terminou oficialmente nesse domingo (17), com o tradicional cortejo.
Depois de uma série de dias chuvosos, São Pedro resolveu dar uma "mãozinha" para a Feira do Livro de Porto Alegre. No final de semana que passou, milhares de pessoas estiveram na Praça da Alfândega e imediações para se despedir da 65ª edição do evento, que terminou oficialmente nesse domingo (17), com o tradicional cortejo.
Os sempre concorridos balaios de ofertas foram ainda mais disputados, uma vez que vários livreiros resolveram fazer promoções "torra-torra". O movimento nos dias de tempo bom faz com que o presidente da Câmara Rio-Grandense do Livro, Isatir Bottin Filho, tenha uma perspectiva otimista em relação aos números da feira.
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"A expectativa é positiva, registramos um público bem expressivo em todas as atividades. Choveu muito mais do que em 2018, e tivemos um dia a menos (17, enquanto no ano passado foram 18). Mesmo assim, ficamos satisfeitos com a quantidade de visitantes", afirma. No ano passado, a venda de livros teve um aumento de 9% em relação a 2017, com cerca de 237 mil exemplares comercializados. Para 2019, Bottin espera uma marca semelhante.
"Tentamos sempre superar o ano anterior, ou, pelo menos, igualar a meta. Não fechamos o balanço ainda (os números oficiais serão divulgados hoje), mas creio que ficaremos na casa dos 200 mil, 200 e poucos mil", acredita. "Levando em consideração que o Brasil é um país carente de leitura - segundo dados de pesquisa feita pelo Instituto Pró-Livro, 44% da população não lê -, esse é um número bastante razoável."
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