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Porto Alegre, quarta-feira, 11 de setembro de 2019.

Jornal do Comércio

Geral

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Greve

11/09/2019 - 09h23min. Alterada em 11/09 às 09h44min

Funcionários dos Correios entram em greve no País por tempo indeterminado

Em Porto Alegre, categoria decidiu paralisar atividades durante assembleia na noite dessa terça

Em Porto Alegre, categoria decidiu paralisar atividades durante assembleia na noite dessa terça


Sintect RS/Divulgação/JC
Os funcionários dos Correios estão em greve no País a partir dessa terça-feira (10) por tempo indeterminado. A decisão foi tomada após assembleias dos trabalhadores nas subsedes. Eles buscam reajuste salarial pela inflação, de 3,43%, e a manutenção de benefícios, como ter os pais como dependentes no plano de saúde e coparticipação de 30%, continuidade de percentual de férias em 70% e vales alimentação e refeição.
Os funcionários dos Correios estão em greve no País a partir dessa terça-feira (10) por tempo indeterminado. A decisão foi tomada após assembleias dos trabalhadores nas subsedes. Eles buscam reajuste salarial pela inflação, de 3,43%, e a manutenção de benefícios, como ter os pais como dependentes no plano de saúde e coparticipação de 30%, continuidade de percentual de férias em 70% e vales alimentação e refeição.
A categoria é contra a privatização dos Correios, medida defendida pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL). Segundo ele, a iniciativa melhoraria e baratearia os serviços prestados.
Em Porto Alegre, os funcionários marcaram uma concentração da categoria em frente aos locais de trabalho (CDDs, Agências, Complexo da Sertório, Prédio Sede e demais unidades) e na sede dos Correios, no Centro Histórico da Capital. Na noite dessa terça-feira, já haviam decretado os sindicatos de Amazonas, Amapá, Bahia, Bauru, Ceará, Brasília, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Paraná, Pernambuco, Piauí, São Paulo, Santa Maria, Sergipe e Vale do Paraíba. 
No último dia 4 de setembro, os Correios rejeitaram uma mediação feita pelo TST (Tribunal Superior do Trabalho) com funcionários. Pela primeira vez uma empresa fechou as portas, de forma unilateral, em negociação dirigida pela corte, que é responsável por arbitrar impasses envolvendo categorias de empresas com abrangência nacional.
Com informações da Folhapress
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