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Porto Alegre, terça-feira, 03 de setembro de 2019.

Jornal do Comércio

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Saúde

Edição impressa de 03/09/2019. Alterada em 02/09 às 21h49min

Simers muda a cor para verde e aposta em sustentabilidade

Mudança simboliza medicina, esperança e natureza, diz Matias

Mudança simboliza medicina, esperança e natureza, diz Matias


/LUIZA PRADO/JC
Isabella Sander
Sob nova direção há oito meses, o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) lançou ontem sua nova marca, agora da cor verde. A entidade aproveitou o momento também para apresentar seu projeto de sustentabilidade, celebrado com a instalação de um sistema de captação de energia solar.
Sob nova direção há oito meses, o Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) lançou ontem sua nova marca, agora da cor verde. A entidade aproveitou o momento também para apresentar seu projeto de sustentabilidade, celebrado com a instalação de um sistema de captação de energia solar.
A mudança na marca da entidade é sutil - a logo segue sendo um "s" envolto por um círculo, mas passa de vermelha para verde. A escolha da cor, segundo a direção que assumiu os trabalhos em janeiro, se deve ao verde ser a cor da medicina, da esperança e da natureza. "A renovação da marca não destrói o passado, mas representa da melhor forma os valores que buscamos implementar para superar o desafio de defender não apenas os interesses da categoria médica, mas da saúde como um todo", destaca o presidente da entidade, Marcelo Matias.
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Com relação ao projeto de sustentabilidade, o Simers instalou em seu estacionamento e em dois prédios administrativos um sistema de captação de energia solar, totalizando 157 módulos fotovoltaicos. Os equipamentos serão capazes de produzir mais de 60 mil quilowatts de energia por ano, tornando praticamente desnecessário o uso de energia produzida pela Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE).
A instalação dos fotovoltaicos custou entre R$ 250 mil e R$ 300 mil, mas gerará economia de até R$ 50 mil anuais na conta de luz e, por isso, se pagará em cerca de quatro anos. A energia que a entidade não utilizar é devolvida para a CEEE, a fim de ser repassada para outras unidades consumidoras. O investimento deve reduzir em 4,5 toneladas as emissões anuais de carbono do sindicato. O projeto de sustentabilidade também inclui a instalação de um carregador para veículos elétricos.
Conforme Matias, a sustentabilidade não envolve somente questões ambientais, mas também a manutenção financeira da entidade. "Somos favoráveis desde o início ao fim do imposto sindical, pois achamos que o sindicato deve ser independente do Poder Público e dependente dos seus sócios. Temos que oferecer aos nossos sócios melhores serviços e dar um retorno para eles, respeitando o meio ambiente e olhando para o futuro", pontua. O Simers tem em torno de 15 mil médicos associados.
A nova direção promete uma administração correta, transparente, honesta e que se renove. As eleições do ano passado para presidir o sindicato foram marcadas por denúncias feitas pela chapa vitoriosa de desvios financeiros por parte dos antigos gestores, algo que não teve comprovação até o momento. O novo presidente da entidade enfatiza a busca pela redução do risco de desvios de dinheiro dentro do sindicato.
"Seremos o primeiro sindicato a conquistar o selo de integridade corporativa, um sistema de compliance extremamente importante. Não há nenhum contrato assinado aqui que não venha com todos os carimbos necessários, para que tenhamos transparência administrativa", garante.
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